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quarta-feira, junho 04, 2008

Sobre o time do Jardim Leonor (a pedidos)

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Tenho sido cobrado para falar sobre meu time, que parece não ter novidade nenhuma que seja digna de nota. Até comprei jornal para saber alguma coisa, mas continua tudo na mesma: Fábio Santos e Adriano vão arrumar as malas, Richarlyson tomou cartão e está suspenso, Zé Luís está machucado, Hernanes e Miranda estão na mira dos europeus, Muricy está sendo sondado por outros clubes, o time segue jogando mal e a diretoria mantém o fervoroso discurso de não contratar ninguém. Ou seja: NENHUMA NOVIDADE. O que esperar desse caldo de modorrice? No máximo, uma classificação bem suada para a Libertadores de 2009 (que eu duvido que aconteça). Leão fará uma boa campanha em algum time médio da Série A e voltará ao São Paulo no final do ano. E eu continuarei escrevendo sobre o futebol do século passado. Amém.

Ps.: Alguém tem ouvido declarações "engraçadinhas" do Marco Aurélio Cunha por aí? Não? Nem eu. Por que será, hein?

segunda-feira, junho 02, 2008

Corinthians fez Jorge Mautner parar de beber

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Zapeando pela TV no sábado, estacionei por uns instantes no programa "Procurando quem?", capitaneado por Rodrigo Bittencourt no Canal Brasil. O entrevistado era o folclórico Jorge Mautner (foto), que me saiu com essa:

- Minha mãe era extremamente católica, mas, quando eu tinha 14 anos, ela montou um bar no meu quarto. Isso mesmo: um bar, com vodca, gin, uísque, tudo. Daí, durante um ano, eu fui um bêbado. Acordava de manhã e, antes de ir pra escola, já tomava a primeira dose. Acontece que um dia o Corinthians perdeu para o São Paulo e eu, corintiano, tive que suportar as gozações de um amigo são-paulino. Só que eu estava bêbado e muito nervoso, ele não parava de rir da minha cara e eu dei uma facada nele, que foi parar no hospital. Faltaram uns três centímetros para perfurar o fígado, quase me tornei um assassino. Nesse dia, resolvi parar de beber!

Moral da história: cuidado ao tirar sarro de corintianos bêbados...

quinta-feira, maio 22, 2008

Licença/Luto

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O São Paulo foi eliminado, o Fluminense continua na Libertadores.

Não tenho condições de escrever uma linha sobre o jogo. Desde a final da Libertadores de 1994 não chorava tanto por uma derrota (ou vitória) do meu time. Não sei explicar o motivo, mas é assim que está sendo. Estou mesmo de luto.

Vou ficar pelo menos uma semana sem falar de futebol (obrigada, feriado prolongado) pra ver se passa.

Daqui a pouco alguém escreve algo decente sobre o jogo por aqui.

quarta-feira, maio 21, 2008

O velório e o trânsito

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Texto do companheiro Airton Goes, jornalista e integrante do Fórum Social da Cidade Ademar e Pedreira, sobre o protesto citado aqui contra as 493 mortes ocorridas em maio de 2006. Absurdos que não mereceram cobertura da grande mídia (a alternativa, como a revista Fórum, foi atrás) nem repúdio das vestais e "cansados" de plantão.

O velório e o trânsito

Airton Goes

Jesus, João, Marcos, Lucas, Mateus... Ao todo, 493 nomes colados em pequenos “caixões” de cartolina preta. Velas acesas e um pequeno grupo de pessoas. Assim poderia ser resumido o velório realizado na última sexta-feira, dia 16, em frente à prefeitura municipal de São Paulo.

O velório foi a forma encontrada pela Comunidade Cidadã, do Grajaú, e por diversas outras entidades da sociedade civil para protestar contra a morte de jovens na periferia e, principalmente, pela falta de políticas públicas por parte da atual administração municipal para esse segmento da população. “Nossa juventude precisa ter alternativas de cultura, educação, lazer... para não se transformar em mão-de-obra barata para o crime organizado”, denunciou Flávio Munhoz, um dos organizadores do evento.

Os 493 “caixões” lembravam as mortes ocorridas nas duas semanas de maio de 2006, quando a cidade foi vítima dos ataques realizados por uma facção criminosa e da vingança indiscriminada, que se seguiu, por parte de maus policiais. Do total de mortos, 475 eram jovens, segundo dados do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).

O início do protesto estava marcado para as 19 horas, mas bastou o ônibus que traria os jovens e os “caixões” sair do Grajaú (distrito da periferia da Zona Sul) um pouco depois do horário previsto, para que a coisa se complicasse. Em função do trânsito caótico, os manifestantes e os materiais necessários ao velório chegaram quase duas horas depois, quando o Centro de São Paulo estava bem menos movimentado.

Em função do atraso, apenas um grupo reduzido de populares, entre os quais alguns familiares de jovens assassinados e desaparecidos naqueles trágicos dias de maio de 2006, acompanhou o II Ato em Defesa da Vida.

Sinal dos tempos e da incompetência do poder público. Há poucos anos, os protestos e as manifestações eram acusados de prejudicar o trânsito na capital paulista. Agora, é o trânsito que atrapalha a realização dos atos públicos.

O velório, além de lembrar as vítimas da violência, também simbolizou a “morte” da atual administração municipal de São Paulo, que se encontra totalmente inerte frente às necessidades e aos reclamos dos jovens da periferia.

Quarta gorda

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Hoje só tem decisão.

Começa às 15h45, com o jogo mais bacana, a final da Copa dos Campeões da UEFA, entre Manchester United (que antes de qualquer pesquisa eu aponto como o favorito do blogue) e Chelsea. Um jogo só, na Rússia. Tem tudo para ser um épico.

Depois, às 21h50, tem Sport e Vasco, na Ilha do Retiro, para começar a decidir quem vai para a final da Copa do Brasil.

E, também às 21h50, o jogo mais aguardado pela minha pessoa, Fluminense x São Paulo. O tricolor paulista joga com a vantagem do empate. O carioca com a vantagem da torcida. Na minha opinião, um jogo sem favoritos.

Tá bom ou quer mais?

terça-feira, maio 20, 2008

O link de Adriano e Ronaldo

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Vale tudo pra levantar o moral do escandaloso Fenômeno. Ana Maria Braga recebeu Ronaldo e fez sua parte, a namorada concebeu uma gravidez, e agora deu no Globo Esporte: Adriano, amigo dos tempos de quarteto mágico, se aprochegou pra dar uma "força" ao amigo. Ambos compartilham, além de uma insistente pança, o mesmo talento para escândalos, pequenos ou grandes, quando perdem a noção na balada. O regenerado são-paulino bota fé na volta por cima do ex-companheiro de seleção. A notícia, claro, irrelevante, você lê, se quiser, aqui.

Mas o bizarro é outra coisa: saca só como está escrito o link que o site produziu:

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/
Sao_Paulo/0,,MUL472164-9875,00-
ADRIANO+DA+CU+PARA+AMIGO+RONALDO.html

Será que a mídia está (subliminarmente...) estigmatizando o Imperador pelo que representa para a torcida tricolor? Mas a mídia não era são-paulina?

PS: Fica registrado o agradecimento ao leitor futepoquense Paulo Macari, que descobriu o "detalhe".

Dez jogos do São Paulo em um quarto de século

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Sempre ouvi dizer que são-paulino não vai a estádio - e acho que deve ser verdade. Folheando o "Almanaque do São Paulo", de Alexandre Costa (Editora Abril, 2005), consegui recapitular, um a um, todos os jogos do meu time que paguei ingresso para assistir. E a freqüência não é nada admirável: em 25 anos, compareci na arquibancada em apenas dez partidas do São Paulo. Se existe algo de positivo é que, nestas ocasiões, vi o tricolor paulista ser derrotado apenas uma vez, na final do Brasileiro de 1989, no Morumbi, pelo Vasco da Gama - sim, senhores, eu vi in loco o fatídico gol de cabeça de Sorato (foto acima).

A primeira vez que vi o São Paulo de perto foi aos 9 anos, em 27 de julho de 1983, em Taquaritinga (SP). A partida era válida pelo Paulistão e eu entrei em campo com os jogadores. Lembro de ter pedido autógrafo até para o técnico Mário Travaglini, que achou graça (devia ser muito raro, para ele, esse pedido). Agnaldo abriu o placar para o tricolor no primeiro tempo e Sena empatou para o time da casa no segundo. Final: 1 a 1. No Paulistão seguinte, em 15 de novembro de 1984, o São Paulo voltou a Taquaritinga com sua grande atração naquele semestre, Casagrande. Eu estava lá e também garanti seu autógrafo. Casão não decepcionou: abriu o placar logo aos 26 minutos de jogo (Pita e Renato "Pé Murcho" completaram o 3 a 0).

Já em 4 de fevereiro de 1987, meu pai me levou para conhecer o Morumbi. De quebra, pude testemunhar a imortal linha de ataque Muller-Silas-Careca-Pita-Sidney (foto acima). Era a segunda partida das oitavas do Brasileirão de 86 e o São Paulo eliminou a Inter de Limeira por 3 a 0, com dois do Silas e um do Careca. No final daquele mês, o tricolor venceria o Guarani nos pênaltis, em Campinas, e conquistaria seu segundo título nacional.

Depois disso, só voltei ao estádio para ver meu time em 16 de dezembro de 1989, na já citada decisão do Brasileiro (1 a 0 para o Vasco). Aos 18 anos, deixei a casa dos meus pais e fui morar em Ribeirão Preto (SP). No prazo de um ano, o time do Telê tinha conquistado o Brasileiro, o Paulistão e a Libertadores. Fui ao Santa Cruz em 30 de julho de 1992, para assistir São Paulo x Botafogo-SP, que abriu o placar com Bira. Foi uma dureza para meu time empatar, mas Muller garantiu o 1 a 1 naquele confronto do Paulista (que o tricolor também conquistaria). Após o empate, choveu pedrada em cima dos são-paulinos. Saímos do estádio escoltados.

Quando fui fazer faculdade em Campinas, vi dois jogos, ambos pelo Brasileirão e contra o Guarani, no Brinco de Ouro: em 19 de novembro de 1993 (vitória por 1 a 0, gol de Guilherme) e em 1º de setembro de 1999 (outra vitória, 3 a 2, gols de França, Souza e Marcelinho Paraíba, com desconto de Luiz Fernando e Marcinho). Daí me mudei para o Ceará e veio um longo "jejum" de São Paulo no estádio. De volta às terras paulistas, reencontrei meu clube no Morumbi, em 15 de julho de 2006, contra o Figueirense. Ricardo Oliveira abriu o placar, Tiago Prado empatou para os catarinenses e André Dias, aos 46 do segundo tempo, fechou em 2 a 1.

No ano passado, em 7 de julho, levei minha filha mais velha, Letícia, para conhecer o Morumbi (exatamente duas décadas após o meu pai ter feito o mesmo por mim). São Paulo e Flamengo fizeram um belo jogo, com várias finalizações perigosas. Ilsinho perdeu um gol feito no último minuto (foto ao lado), mas o resultado foi mesmo 0 a 0. Para completar, voltei ao estádio em 1º de setembro, sendo premiado com um 6 a 0 sobre o Paraná, com dois gols de Aloísio, dois de Dagoberto, um de Souza e outro de Leandro. Vamos ver, agora, se me animo a assistir mais dez jogos no estádio nos próximos 25 anos. Mas, sem cerveja, acho muito difícil...

segunda-feira, maio 19, 2008

Meninos bem na fita e a arbitragem bêbada

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Rubens Chiri/SPFC

O time reserva do São Paulo foi até a Arena da Baixada para enfrentar o Atlético Paranaense. Eu, a imprensa, a torcida do Flamengo e o Muricy esperávamos uma derrota, mais ou menos fragorosa. O que veio foi um bom empate, que até merecia ser vitória.

O time (Bosco, Bruno, Juninho, Aislan, Éder, Wellington (Rafael), Joílson, Júnior, Alex Cazumba,
Éder Luis (Sérgio Motta), Borges) entrou em campo completamente perdido. Em 10 minutos sofreu umas 5 finalizações e não fez nenhuma. Prenúncio de desastre. A impressão foi parcialmente confirmada aos 15 minutos. O Atlético cobrou um escanteio, a zaga deixou Danilo livre, Bosco saiu para caçar borboletas e o gol saiu. Por mais que o time do Atlético seja ruim, a defesa dava a entender que ia entregar bonito.

Mas não foi isso que aconteceu. O Atlético continuou melhor em todo o primeiro tempo, mas o São Paulo não foi ameaçado de verdade depois do gol. E ainda criou umas chances. No segundo tempo, então, a diferença foi enorme. O Tricolor dominou o jogo e poderia ter vencido, dado o número de boas finalizações (incluindo duas bolas na trave). O gol saiu em uma bela jogada que começou com o júnior Alex Cazumba, passou por Júnior, que cruzou na medida para Éder Luís, que marcou seu primeiro gol pelo time. Até o fim o São Paulo pressionou. Até que um pontinho ficou de bom tamanho pelas circunstâncias.

Além da força inesperada dos reservas do São Paulo, o destaque do jogo foi o árbitro Djalma Beltrami. Errou em tudo. Não olhava os bandeiras, que ficavam uma hora com o braço levantado marcando impedimento, deu um pênalti que não foi em Alex Cazumba, mas voltou atrás uma década depois porque o auxiliar marcou um impedimento que... não existiu! E expulsou o Aislan, direto, por um carrinho até que destrambelhado, mas que não valia um vermelho não. Tem gente que diz que nem falta foi. Enfim, uma lambança. Deve ter rolado uma manguaça antes do jogo, já que o bar do Atlético conseguiu uma liminar para vender cerveja (viva!).

O jogo não serviu de ensaio para a Libertadores, por motivos óbvios. Mas deixou os torcedores mais otimistas em relação ao futuro desse time, que deve ser parcialmente desmontado na janela do meio do ano.

A insurreição começou!

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A Associação de Lojistas da Arena da Baixada, estádio do Atlético-PR, conseguiu vender bebidas alcoólicas ontem, durante a partida contra o São Paulo, amparada numa liminar da Justiça de Curitiba. Resta saber o que a CBF (Confederação Brasileira de Futilidades) vai fazer, já que proibiu esse tipo de comércio em todos os jogos de futebol no País. O árbitro da partida, Djalma Beltrami, disse que anexará na súmula uma cópia da liminar. Luciana Pombo, assessora de comunicação do clube paranaense, já adiantou os contratos de exploração dos bares poderão ser cancelados caso o clube seja punido. Mas a "desobediência civil", ontem, foi o primeiro passo concreto da resistência manguaça! Agora já temos jurisprudência! Cerveja nos estádios já! Para molhar goelas sedentas - e melhorar tantos jogos sofríveis!

sábado, maio 17, 2008

Kléber: de pretenso Kaká a futuro Sandro Goiano

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Há exatamente uma semana, eu conversava com três palmeirenses sobre o comportamento do atacante Kléber, emprestado por seis meses pelo Dínamo de Kiev, da Ucrânia, para o Palmeiras. Campeão paulista, com três gols marcados (inclusive o que garantiu a vitória contra a Ponte Preta em Campinas, na primeira partida decisiva), o atleta protagoniza jogadas explicitamente desleais e, calado e sério, parece manter totalmente a calma após as agressões, de forma fria e calculista. Não estou falando apenas da cotovelada em André Dias, do São Paulo (acima), na primeira fase do Paulistão. São muitos lances parecidos, como na decisão contra a Ponte Preta no Parque Antártica, quando, na queda após uma dividida, virou o pé e acertou propositadamente a sola e as travas da chuteira na cara do adversário. Maldade pura.

Pois então, falando sobre isso, todos os palmeirenses concordaram comigo. Dito e feito: hoje, Vanderlei Luxemburgo afastou Kléber do elenco e ele não enfrenta o Internacional de Porto Alegre amanhã, pelo Brasileirão. O motivo? Num simples treino, ontem à tarde, o atacante quase aleijou o zagueiro reserva Maurício, que saiu carregado de campo. É surpreendente esse tipo de comportamento, principalmente para quem, como eu, se lembra do início da carreira do atacante. Revelado pelo São Paulo, Kléber Giacomance de Souza Freitas era um cara franzino (à direita), que se destacava pela rapidez e oportunismo nas categorias de base e na seleção brasileira sub-20. Em 2003, aos 20 anos, assumiu a posição de Kaká, vendido para o Milan, e marcou 10 gols em seis meses de temporada profissional pelo tricolor paulista.

Pelo bom desempenho na Copa Sul-Americana, chamou a atenção e mereceu elogios de José Mourinho, que treinava o Porto - time que levaria para Portugal, no ano seguinte, o artilheiro Luís Fabiano. Com a lebre levantada, o ucraniano Dínamo se adiantou e comprou Kléber por US$ 2,2 milhões. Não sei o que fizeram com ele lá, se foi turbinado em salas de musculação (à esquerda), mas, de franzino, virou um tanque. Porém, o problema nem é esse. Não sei como é o futebol na Ucrânia, mas deve ser de forte marcação e muito contato físico, para não dizer violento, e com arbitragem complacente. Só pode ser, pois, de habilidoso e técnico, Kléber voltou para o Brasil com um estilo bem agressivo e "mau caráter", para ser mais preciso. Como disse, apesar dos gols e do bom futebol, tem até palmeirense que não gosta do cara. Merecidamente.

quinta-feira, maio 15, 2008

O sofrimento continua...

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Deu São Paulo. Inquestionavelmente, é verdade. Mas por um mísero golzinho. O time fez uma das suas melhores partidas do ano (mesmo contando o segundo tempo ruim). O único momento em que o time jogou bem assim na temporada foi no primeiro jogo da semi-final do Paulista, contra o Palmeiras. Merecia mais. Agora, o sofrimento continua. Taí. Se o São Paulo tem uma marca nesse ano é o sofrimento. Nenhuma partida foi vencida de forma confortável.

O time começou o jogo contra o Fluminense botando fogo. Mesmo. Do meio da torcida pipocavam comentários do tipo: "que time é esse?", "o que fizeram com o São Paulo?", "de onde eles tiraram esse futebol?". Porque não dava para acreditar. O ataque envolvia com tabelas, toques rápidos e uma ótima atuação de Dagoberto (aleluia!). Adriano fazia a diferença. Sem Jorge Wagner, o chuveirinho na área foi pouco usado. E eu me perguntava onde estava o Fluminense, aquele time que, dizem os cronistas, jogou muito mais que o São Paulo na temporada. No Morumbi, esse futebol não apareceu. (Aliás, como erra fundamento esse time do Fluminense. Dois tiros de meta pra lateral e uma infinidade de cruzamentos errados e passes que morriam fora de campo)

Logo no comecinho do jogo, um gol anulado, de Miranda. Dizem que corretamente, mas não faço idéia, porque estava atrás do gol. Serviu para animar. Cerca de dez minutos depois, o gol de Adriano, numa ótima jogada dele e de Dagoberto. Pelo chão. Não foi de cabeça, não foi por falha da zaga. Naquele momento, eu fui feliz.

Por mais alguns minutos, o São Paulo foi soberano no jogo. O Fluminense até teve algumas chances em contra-ataques, mas nada que assustasse. O goleiro Fernando Henrique ainda fez duas ótimas defesas para impedir que o placar fosse ampliado. No final do primeiro tempo o time caiu um pouco de produção, o jogo ficou chato.

O segundo tempo foi ruim. Virou jogo típico do São Paulo, uma briga sem fim pela bola no meio de campo e poucas chances de gol de parte a parte. Uma delas, no entanto, foi clara, de frente para o gol e Dagoberto desperdiçou. Logo em seguida foi substituído por Aloísio, de volta depois de 9 jogos de afastamento por contusão. Não produziu nada de destaque.

No fim do jogo, o Fluminense nem atacava mais. Parecia conformado com o resultado. Que, no final das contas, não é de todo ruim, mesmo. Um a zero não é um placar assim tão difícil de reverter. E se o time é tão bom assim, não deverá jogar mal duas vezes seguidas.

Só que se o São Paulo jogar como ontem, me desculpem, não tem pra ninguém.

terça-feira, maio 13, 2008

Bar: a solução que o Brasil precisa!

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O São Paulo apresentou ontem o projeto para a construção de um bar temático dentro do Morumbi, em parceria com a multinacional britânica Compass Group PLC, que detém as ações do GRSA (Grupo de Soluções em Alimentação). O estabelecimento, batizado de "Santo Paulo", seguirá a linha da loja de artigos esportivos da Reebok, que já funciona no chamado Morumbi Concept Hall (impossível frescura mais fresca!), com promoção do clube e de sua marca. Orçado em R$ 1,9 milhão, o bar terá 900 metros quadrados e capacidade para 350 pessoas. Com inauguração prevista para a segunda quinzena de julho, o São Paulo espera atrair torcedores para o estádio em dias sem jogos. Isso porque, como nem tudo é perfeito neste mundo, o bar obedecerá a (ridícula, odiosa, inútil e estapafúrdia) proibição da venda de bebida alcoólica durante as partidas. Mas bar sempre é bar. Tomara que a iniciativa se prolifere pelos estádios do País.

domingo, maio 11, 2008

Paulistas começam mal o Brasileirão

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A primeira rodada da Série A não foi boa para as equipes paulistas. O melhor dos representantes do estado foi a Portuguesa, que empatou em casa com o Figueirense no resultado mais “recheado” do fim de semana: 5 a 5. A equipe lusa chegou a estar vencendo a partida por 5 a 2, mas tomou um gol aos 24 e mais dois após os 43 do segundo tempo (confira os gols acima).

No sábado, o mistão do São Paulo acabou perdendo para o Grêmio por 1 a 0 no Morumbi. Uma falta absolutamente desnecessária de Alex Silva originou o gol do zagueiro Pereira, que decretou a derrota do time paulistano. Já o Santos foi ao Maracanã, onde enfrentou o “ressacado” Flamengo, que dessa vez não pecou pela soberba e aplicou um 3 a 1 em uma equipe quase totalmente reserva do Alvinegro Praiano.

Além de São Paulo e Santos, outros cinco times pouparam titulares em menor ou maior grau, focando a Libertadores e a Copa do Brasil. Quatro deles duelaram entre si: o misto do Botafogo derrotou em casa o Sport e o Atlético (MG), sem Danilinho e Marques, empatou sem gols com a equipe reserva do Fluminense no Mineirão. Já o “bem bolado” do Inter derrotou o Vasco com um gol aos 2 minutos de jogo em casa.

O time paulista que poderia se aproveitar da situação dos outros menos focados no Brasileiro não o fez. O Palmeiras foi à Curitiba e saiu com uma derrota de 2 a 0, com destaque – negativo – para mais uma expulsão de Diego Souza, repetindo o feito da final do Paulistão. Luxemburgo, que assim como a seita são-paulina tem fama de “recuperar” jogadores, ainda não conseguiu encaixar a contratação mais cara da Traffic/Palmeiras em sua equipe.

Além do Grêmio, os dois visitantes indesejados da rodada foram o Cruzeiro, que derrotou o Vitória em um movimentado 2 a 0; e o Atlético (PR) que venceu o Ipatinga pela contagem mínima. Já o Goiás, sem Caio Júnior mas com Vadão, segue sua rotina de derrotas, e o algoz da vez foi o Náutico, em Recife: 2 a 1.

quinta-feira, maio 08, 2008

O que houve, Flamengo?

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Os rivais do Flamengo foram rápidos na troça...

A expressão do título acima não exprime todo o espanto com o desastre construído ontem no Maracanã. Acompanhava o jogo do São Paulo e, de forma involuntária e muito a contra-gosto, as inserções globais do desfile alegórico dos pais da menina indo pra prisão (aliás, um gol do América e outro do Tricolor saíram durante os primeiros cinco minutos do casal entrando no abre-alas).

Era algo inacreditável. Enquanto no Morumbi desenrolava-se um roteiro já visto pelos torcedores há uns três anos, com o São Paulo não jogando bonito mas vencendo seu adversário de forma eficiente e até mesmo categórica, no Rio de Janeiro ocorria um filme-catástrofe. Nem mesmo o mais otimista rival carioca do Mengão imaginaria o Rubro-negro tomando três gols e, pior, não fazendo nenhum no lanterna do campeonato mexicano.

Na partida de ida, no México, os dois times protagonizaram os melhores 30 minutos que vi na Libertadores, no segundo tempo. A vitória do Flamengo poderia até mesmo ser mais elástica, se não fosse a "tosquidão" do xodó Obina, desperdiçando chances de contra-ataque e gols. Ontem, aquelas oportunidades perdidas fizeram falta.

Ainda assim, a vantagem era ótima, a melhor de um brasileiro no torneio continental. O que aconteceu? Vendo os melhores momentos, vê-se que o Flamengo pressionou, chegou a criar, mas não da forma que poderia/deveria. No desespero por ver a iminência do desastre, foi pra cima e deixou espaços para o América, mesmo com a vantagem. Poderia ter cozinhado o galo, mas precisava justificar o apoio de 51 mil torcedores no estádio. Não conseguiu.

Mas dá pra explicar o que aconteceu ontem? Questionado a respeito na coletiva, o treinador sãopaulino Muricy Ramalho foi sintético e preciso. "O Flamengo estava comemorando o título estadual até hoje. Por isso que eu sou estressado. A bola pune." E a redonda foi impiedosa com o Flamengo, que não treinou na segunda e na terça.

Os palmeirenses mais críticos dirão que a culpa é do Caio Júnior, e que ele nem precisou sentar no banco pra fazer valer seu pé-frio... De fato, deve ser algo sobrenatural pra justificar a derrota mais surpreendente do ano.

Confronto pó-de-arroz na Libertadores

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O duelo que quase aconteceu nas oitavas - caso o tricolor paulista tivesse terminado a fase anterior em segundo lugar em seu grupo - se confirma agora: São Paulo e Fluminense farão o confronto brasileiro nas quartas-de-final da Copa Libertadores da América. Pela melhor campanha até aqui, os cariocas têm a vantagem de fazer a segunda partida no Maracanã. É a primeira vez que o clube chega tão longe na competição. Nunca, antes, havia chegado sequer às oitavas-de-final. A prioridade para a Libertadores ficou clara no (sofrível) Campeonato Carioca, em que o Fluminense não disputou o título e nem mesmo as finais do primeiro turno (Taça Guanabara) e do segundo (Taça Rio).

Nem ao Brasileirão o time está dando pelota: para a estréia neste final de semana, contra o Atlético-MG, no Mineirão, foram escalados apenas reservas. O técnico Renato Gaúcho vai poupar Conca, Thiago Neves, Dodô e Washington para tentar superar o São Paulo já na primeira partida das quartas-de-final da Libertadores, na próxima quarta-feira. Pelos lados do Morumbi, o maior trunfo vem sendo o artilheiro Adriano. Ele participou de 42% de todos os gols do tricolor paulista no ano, com assistências e marcando 15 vezes. Como ressalta Paulo Vinicius Coelho em sua coluna de hoje no Lance!, as estatísticas provam que, apesar da importância de Jorge Wagner, quem pode desequilibrar é mesmo o camisa 10. Porém, a instabilidade nas laterais e no meio-campo pode ser fatal para as pretensões são-paulinas. O time vence (às vezes), mas nunca convence.

De qualquer forma, São Paulo e Fluminense prometem boas partidas. Admiro Renato Gaúcho como técnico tanto quanto Muricy. Vai ser um duelo tático interessante, mas, como todo jogo eliminatório de Libertadores, com forte marcação, catimba, tensão, faltas duras etc. E quem passar ainda poderá encarar o Santos, nas semifinais, e o Boca Juniors na decisão. Só pedreira...

Maracanazo

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globo.com

E o Flamengo me fez queimar a língua. Depois da vitória fora de casa sobre o América do México por 4 a 2, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores, eu escrevi (perdão pelo personalismo) que a possibilidade do rubro-negro perder a vaga era a mesma do Atlético-MG ganhar do Cruzeiro na final do estadual. Afinal, o clima era perfeito: Maracanã lotado, jogo de despedida do idolatrado Papai Joel, possibilidade de perder por 2 a 0 e ainda assim classificar.

????
Mas não é que o time conseguiu a façanha de ser eliminado? (Só faltou ser contra um time uruguaio para completar o clima de Maracanazo). Não vi o jogo, óbvio, mas não dá para pensar em outra possibilidade que não uma afinada geral. Que time faz 4 fora de casa e nem umzinho na volta? Ou seria a presença do Caio Jr. que inspirou o pessoal a fazer como o Goiás na Copa do Brasil? Ou foi salto alto? Os torcedores não quiseram saber e apedrejaram o ônibus da delegação na saída do estádio.

O fato é que o time, favorito, caiu, e o pessoal do Rio deve estar se perguntando até agora o que foi que aconteceu. (Para isso, leia o pessoal do parceiro BláBláGol)
globo.com
Nos outros jogos, aconteceu o previsto. Apesar de ter uma esperançazinha no Cruzeiro, o Boca era favorito e mostrou isso no Mineirão. Venceu por 2 a 1, mesmo placar do jogo de ida, e eliminou a Raposa. Foi justo, fazer o que?
Rubens Chiri/SPFC
Já o São Paulo sofreu um pouco, mas jogou o suficiente para passar do Nacional do Uruguai, por 2 a 0. Adriano marcou o primeiro e Dagoberto, já no final do segundo tempo, desencantou e fechou o jogo. O que me deixou feliz é ver que a defesa está cada vez mais parecida com a do Campeonato Brasileiro do ano passado. Assim, o Tricolor tem alguma chance contra o Fluminense, que já havia despachado o Atlético Nacional na terça. Vai ser um baita confronto!

terça-feira, maio 06, 2008

Presidente do Sportivo Luqueño diz que São Paulo pagou "incentivo" a seus jogadores

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O presidente do time paraguaio Sportivo Luqueño, Fernando Ramón González Karjallo (foto), revelou hoje que seus jogadores receberam US$ 50 mil de pessoas próximas ao São Paulo como "incentivo" para vencer o Audax Italiano, do Chile, pelo Grupo 7 de Copa Libertadores. Os paraguaios golearam por 4 a 1. A notícia está em sites paraguaios.

Segundo González, a oferta foi intermediada pelo brasileiro Charles da Silva, que joga no time paraguaio. A verba teria sido dividida entre jogadores e comissão técnica. A história foi negada pelo capitão Diego Martínez.

O presidente contou que se deu conta do “auxílio” no dia da partida, quando viu que os jogadores estavam “felizes e com dólares nas mãos”. "A verdade é que nós, os dirigentes, não nos metemos nisso. O que não gostamos é que tenham nos avisado só depois. Não confiaram em nós, como se fôssemos tirar o dinheiro deles", lamentou o dirigente, revelando um tipo particular de consciência ética.

Caso seja verdadeira a história contada pelo dirigente paraguaio, e deixando de lado a questão de se é razoável ou não recorrer a esse tipo de expediente, ficaria patente um fato: o São Paulo não estava tão confiante assim que ganharia do Atlético Medellín no Morumbi, resultado que o classificaria a despeito do jogo entre Audax e Luqueño. O Tricolor só ficaria de fora se empatasse ou perdesse seu jogo e o Audax vencesse a partida contra os paraguaios. Quer dizer, não parece tão desesperador a ponto de valer torrar essa grana (e desespero é algo que conheci bem recentemente). Falando em grana, esse tipo de gasto entraria na contabilidade em que rubrica? Despesas emergenciais?

sexta-feira, maio 02, 2008

50 anos de três senhoras linhas de ataque

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Para quem gosta de futebol, 1958 não deve ser reverenciado apenas como o ano em que o Brasil venceu sua primeira Copa do Mundo (e revelou para o mundo, por tabela, Garrincha e Pelé). Foi um ano mágico, principalmente no eixo Rio-São Paulo, onde todos os times tinham craques. O Campeonato Carioca foi decidido em um triangular emocionante, batizado de super-supercampeonato, entre Flamengo (de Zagallo, Joel e Dida), Botafogo (de Didi, Garrincha e Nilton Santos) e o Vasco, que sagrou-se campeão com Bellini, Pinga e Orlando.

Em São Paulo, o incrível Santos de Pelé, Zito e Pepe esmagou a concorrência e faturou o Paulistão com uma campanha de 30 jogos, 26 vitórias, três empates e apenas uma derrota, marcando 143 gols - 58 deles do camisa 10 (recorde absoluto da competição). E isso numa época em que o São Paulo tinha De Sordi, Zizinho e Canhoteiro, o Palmeiras, Mazzola, Formiga e Valdemar Fiúme, e o Corinthians, o goleiro Gilmar, Luizinho (Pequeno Polegar) e Oreco. De todos os jogadores citados, apenas Pinga, Zizinho, Canhoteiro, Formiga, Valdemar Fiúme e Luizinho não foram à Copa da Suécia - apesar de terem servido a seleção várias vezes.

Vejamos três senhoras linhas de ataque de 1958 (com Pelé nas três, lógico):

Santos FC: Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé e Pepe

Seleção brasileira: Joel, Didi, Mazzola, Pelé e Canhoteiro

Ataque da Copa: Garrincha, Didi, Pelé, Vavá e Zagallo

Brasileiros bem na Libertadores

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crédito: Cruzeiro/divulgação

Os jogos de ida das oitavas-de-final da Libertadores foram, em grande medida, positivos para os brasileiros. Dos quatro times que decidem em casa, apenas o Cruzeiro perdeu - foi à Bambonera e tomou um baile do Boca. Mas o placar de 2 a 1 não refletiu o que foi o jogo, para sorte dos cruzeirenses, que se ganharem por um mísero 1x0 aqui estarão classificados para a próxima fase. Difícil, mas não é tão improvável assim - anos passado, o São Paulo eliminou o Boca - sem Riquelme, ok - da Copa Sulamericana exatamente desse jeito.

crédito: AFP

O Flamengo foi ao México e trouxe a vaga. A possibilidade do América fazer no Maracanã placar para reverter os 4 a 2 que tomou em casa é quase a mesma do Atlético-MG ganhar o Campeonato Mineiro, ou seja, quase nula.

crédito: Bruno Lousada - O Estado de S. Paulo



O Fluminense também foi bem. Venceu o Atlético Nacional na Colômbia por 2 a 1. A vantagem não é tão expressiva quanto a do Flamengo, mas deverá ser mais um brasileiro a avançar para as quartas.

crédito: Ivan Franco/EFE

Já o São Paulo foi ao Uruguai e não passou de um empate sem gols com o Nacional. Menos mal que o time melhorou de produção, não tomou sufoco e mostrou um desempenho defensivo superior ao que teve até agora na temporada. É o que pode fazer o tricolor avançar nesse campeonato, que lá na frente as coisas estão bem difíceis. Dessa fase também deve passar.

A trajetória do Santos, já mostrada no post abaixo, mostra que a chance de 4 brasileiros avançarem é grande. Se isso acontecer, dois confrontos das quartas serão entre times do Brasil. (São Paulo x Fluminense e Santos x Flamengo).

quinta-feira, abril 24, 2008

Definidas as oitavas-de-final da Libertadores

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Com o final da última partida da primeira fase da Libertadores, entre São Paulo e Atlético Nacional da Colômbia, foram definidos os confrontos que marcarão o início do mata-mata no torneio continental. Com a vitória do Tricolor, assegurada por Alex Silva (foto), não haverá agora nenhum jogo entre times brasileiros. Caso o árbitro da partida não tivesse anulado o gol legítimo do rival do clube do Morumbi e a partida terminasse empatada, teríamos um Flamengo e São Paulo logo de saída. Confira a tabela abaixo:

Jogo A - Fluminense X Nacional (COL)
Jogo B - Flamengo X América (MEX)
Jogo C - River Plate (ARG) X San Lorenzo (ARG)
Jogo D - Atlas (MEX) X Lánus (ARG)
Jogo E - Cruzeiro X Boca Juniors (ARG)
Jogo F - Estudiantes (ARG) X LDU (EQU)
Jogo G - Cúcuta (COL) X Santos
Jogo H - São Paulo X Nacional (URU)

A tabela foi elaborada de forma que evite o cruzamento dos melhores da primeira fase (ou de quem os eliminar) até as semifinais. Ou seja, o vencedor de A pega o de H, o B o de G e assim por diante. Mas, se dois times do mesmo país chegarem às semifinais, eles terão necessariamente que se enfrentar. E a chance disso ocorrer com Brasil (que tem cinco times entre os 16) e com a Argentina (cinco times também) é grande. Inclusive pode haver uma semifinal entre brasileiros e outra entre argentinos.

A partida mais interessante das oitavas, pelo menos para os brasileiros, é Cruzeiro e Boca Juniors, atual campeão e sempre candidato à taça. A equipe mineira decide o confonto em casa, embora isso não tenha sido uma grande vantagem na última edição. Dos oito classificados para as quartas, apenas três times que jogavam a segunda partida em casa avançaram em 2007.

O diário argentino Olé define a partida entre River (líder do Clausura) e San Lorenzo (três pontos atrás do time de La Plata) como "duelo de titãs". Já o blogue Muy Boca destaca o atacante Marcelo Moreno e alerta que, das quatro ocasiões que o time celeste foi ao Mineirão, perdeu três e empatou uma. Entre os comentários do site, muito respeito em relação ao clube das Alterosas.

Caso os times brasileiros sejam bem sucedidos em seus confrontos, duas quartas-de-final serão tupiniquins: o clássico tricolor Fluminense e São Paulo e um revival da final do Brasileiro de 1983, Flamengo e Santos. Claro que precisa combinar com os adversários das oitavas antes, mas que seria excelente pros de cá, seria...