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domingo, agosto 25, 2013

Um mês depois de Djalma Santos, morre De Sordi

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Início, no XV de Piracicaba
O ex-lateral direito Nilton de Sordi morreu neste sábado, 24 de agosto, exatamente um mês e um dia após a morte do também ex-lateral direito Djalma Santos. Ambos foram campeões mundiais na Copa da Suécia, em 1958, com De Sordi titular em todos os jogos da campanha, menos na decisão, quando se contundiu e deu lugar exatamente para Djalma. Homem de confiança do técnico Vicente Feola, com quem tinha trabalhado no São Paulo, De Sordi era mais marcador que apoiador, mais obediente às ordens táticas de guardar posição (ao contrário de Djalma Santos). Prova disso é que disputou 536 partidas pelo time do Morumbi, entre 1952 e 1965, e não marcou um gol sequer.

Treze anos pelo São Paulo
De Sordi começou a carreira no XV de Piracicaba, de sua cidade natal, e depois foi para o São Paulo, onde ganhou os Campeonatos Paulistas de 1953 e 1957. No final da carreira, jogou pelo União Bandeirante, do Paraná, onde se aposentou, em 1966. E foi justamente no município paranaense de Bandeirantes, onde residia, que veio a falecer. De Sordi sofria do Mal de Parkinson. Em junho de 2008, esteve com outros veteranos na solenidade de homenagem aos 50 anos da conquista na Suécia, em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Morreu de falência múltipla dos órgãos. No dia seguinte, a seleção de 1958 teria mais um desfalque, com a morte do legendário goleiro Gylmar dos Santos Neves.

Já doente, na homenagem do presidente Lula aos 50 anos do título na Suécia

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