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sexta-feira, agosto 31, 2007

Rojas reloaded?

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Os mal falados DVDs vão dar muito pano para manga.

O goleiro reserva do São Paulo, Bosco, foi flagrado por câmeras de vídeo apresentando, com as mãos na cabeça, uma pilha ao árbitro carioca Djalma José Beltrami Teixeira. O problema foi onde estava a pilha antes de ser apresentada: no chão, muito longe do capacete do camisa 12 tricolor. O Lance! em sua página na internet traz as imagens. É de uma desfassatez impressionante.

O problema é que o mesmo goleiro acusou torcedores palmeirense de agressão depois do jogo, mostrando a canela com cortes após conflito. Coisa de uns 15 ou 20 contra ele e o Breno.

Suposto conflito, diga-se, porque o sujeito mostra-se de extrema má-fé, que lembra o ex-goleiro chileno e ex-preparador de goleiros e técnico Roberto Rojas, aquele que cortou a própria sobrancelha com uma lâmina no Maracanã. No dia 3 de setembro de 1989, há 18 anos, um foguete disparado por
Rosenery Mello do Nascimento Barcelos da Silva caiu no gramado, a cinco metros do arqueiro chileno, que simulou um acidente. Tudo para escapar da seleção de Sebastião Lazzaroni.

"Não faz parte da minha pessoa fazer provocação", declarou Bosco ao ser entrevistado por jornalistas depois da suposta agressão, antes da divulgação do vídeo que mostra ele comemorando em campo aos gritos para a torcida.

Defensor dos catimbeiros e provocadores do gramado, não condeno quem o faz. Condeno quem leva a coisa para muito além dos limites do mau-caratismo.

É possível que ele tenha sofrido realmente a tal agressão ao ir para o ônibus, mas a conduta do rapaz abre precedente para a diretoria verde processar o atleta.

Isso sem falar do gol de Max irregularmente anulado, como mostra o "tira-teima" do parceiro Observatório Verde. Mas o apito amigo pró-São Paulo já é regra e dispensa comentários.

6 comentários:

Victor disse...

Como se pune um goleiro reserva?

marcão disse...

é aquela história...porco que é porco morre gritando...

André disse...

Chora, porcada!! :D

Edu Maretti disse...

Não sou porco nem bambi. Mas apóio as reclamações contra o mau-caratismo são-paulino e a roubalheira pró-SP. Estava na Vila Belmiro no Santos 1 x 1 São Paulo pelo Paulista, e estava bem na frente do túnel por onde os tricolinos saíram de campo, entre os quais o Leandro, que saiu provocando a torcida do Santos com gestos obscenos e o gesto de mandar calar a boca. Bem parecido à postura do Bosco. Isso não seria passível de punição, já que o cara está mexendo com a massa e portanto incentivando a violência? Cheguei até a mandar uma carta ao programa Bate-Bola, da ESPN-BR, que foi lida no ar pelo Paulo Calçade. Numa entrevista à época, o goleiro Fábio Costa disse: "O cara vem na casa dos outros, entra chutando a porta e quer ser bem tratado?".

Quem estava na Vila aquele dia (o Glauco e a eminência parda estavam) viram que a violência só começou quando a pacífica toricda Independente chegou ao estádio.

Enfim, Marcão, Bambi que é bambi também morre gritando.

Glauco disse...

Gostaria de ressaltar que esse blog obedece a toda legislação vigente e que, embora os comentários possam dizer o contrário, nenhum animal é ou foi maltratado em função da publicação dos posts.

Anselmo disse...

Victor,

um goleiro reserva se pune no STJD.

Marcão, duas cervejas pelo trocadalho infame. Tirar sarro por causa da vitória, vai com fé. Mas defender mau-caráter, nem se o mau-caráter for o Nivaldo, este au concour.

O apito amigo são paulino, assim como a mídia (golpista ou são paulina, dependendo do ambiente e do tema) são fenômenos apontados por outras torcidas... e até por tricolores.