Destaques

segunda-feira, junho 14, 2010

Itália começa defesa pelo título

Compartilhe no Twitter
Compartilhe no Facebook

Falta um dia para a estreia do Brasil. Até lá, outra favorita, a Holanda, também faz sua primeira apresentação. Camarões é a africana em campo.

O Secador Abinadauto tá secando a Azzurra.

Holanda venceu, mas o espetáculo ainda não veio.

O Japão, por sua vez, surpreendeu na vitória sobre Camarões.

No Copa na Rede, tem ainda mais Cala Boca Galvão e a falta de gols na Copa.

3 comentários:

ThiagoFC disse...

Essa Copa ainda tá devendo em espetáculo, e muito. Até agora, a única partida que eu gostei de ver foi a da Alemanha.
Justo a Alemanha, jogando um futebol mais técnico? Por umas dessas que hoje em dia há tanta gente que acredita na proximidade do Apocalipse.

Hudson Luiz Vilas Boas disse...

Infelizmente, pelo começo de Copa, essa Copa na África do Sul deverá ter uma das piores ou a pior média de gols por partida. Seria culpa da vuvuzela? Particularmente acho que as chatas cornetas sul-africanas tem sim o poder de atrapalhar o futebol, tirando a atenção dos jogadores. Mas obviamente não é só isso. O futebol nas últimas décadas se tornou burocrático e previsível. As equipes ocupam cada vez uma faixa menor de campo. Então porque não acabar com a lei do impedimento da linha da grande área para trás? Isso poderia dar ao futebol uma nova vida, porque do jeito que tá, está ficando cada vez mais sem graça e mesmo o jogos de Copa do Mundo são um forte remédio contra a insônia.

Sartorato disse...

Companheiro, por que não acabar com a lei do impedimento de uma vez? É uma regra anti-gol e, portanto, anti-futebol. O tipo de coisa que não deveria existir. Se a defesa permitiu que um adversário ficasse isolado lá na frente, azar o dela. Bobeou.

Ao mesmo tempo, não entendo por que acabaram com o tempo que os técnicos pediam para falar com os jogadores na beira do gramado. Ok, é chato parar o jogo uns 3 minutos pra transmitir, bem, nada. Mas era uma oportunidade que o técnico tinha, conversando com calma com seus jogadores, de mudar o jogo, reorganizar o esquema tático, mudar o destino das partidas.

Até agora, das partidas da Copa, 90% delas merecia ter tido seu destino alterado, pelo bem do torcedor.