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segunda-feira, maio 30, 2011

Homenagem da camisa foi para a Ferroviária

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Outro dia brinquei, aqui, com a nova camisa do Corinthians, cor de vinho, ou grená - a mesma usada no uniforme principal do colombiano Tolima (à direita), de triste memória para o clube paulistano. Pois ontem, quando a equipe de Parque São Jorge jogou pela primeira vez com a nova camisa, na vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, o que me chamou a atenção foi que a partida foi realizada na Arena Fonte Luminosa, em Araraquara, no interior de São Paulo. Estádio da histórica Ferroviária, que disputa a série A-2 do Campeonato Paulista e, curiosamente, também tem uniforme... cor de vinho (foto abaixo, à esquerda)! Será que essa nova camisa do Corinthians não foi estratégia de marketing para agradar e atrair os torcedores do time de Araraquara? Sendo assim, enquanto o Itaquerão não fica pronto, a equipe também poderia mandar jogos na Rua Javari, propriedade do igualmente grená (ou cor de vinho) Juventus, da Mooca. Ou então no estádio Frederico Dalmaso, do também cor de vinho (ou grená) Sertãozinho (foto abaixo, à direita) - cuja camisa, além do Guaraná Xamêgo, tem como patrocinadora a mesma Neo Química Genéricos dos corintianos (foto abaixo, ao centro). Como se vê, opções não faltam.

7 comentários:

paulo disse...

Corinthians! O assunto preferido de todos. Corinthianos ou não.

Leandro disse...

Mas que coisa horrorosa...
Se o calção branco já é capaz de me deixar P... da vida, imaginem este negócio de camisa cinza, camisa azul, camisa vinho, camisa não-sei-que-lá...
Menos trágico que, apesar da camisa feia, o Paulinho fez um golaço.
Ouso dizer que, já na segunda rodada, este é e será o gol mais bonito do campeonato, e também não tenho medo de dizer que este rapaz já está merecendo convocação do Mano.
Definitivamente, Paulinho é seleção.

Leandro disse...

E também chama a atenção a cobertura da mídia para o lance da construção do estádio.
Os caras sempre terão seus "poréns", pois, na verdade, querem o estádio perto dos bairros onde moram e perto de seus elitizados clubes, na Zona Sul ou na Zona Oeste de São Paulo.
Não conseguem conceber um estádio num lugar em que se deveria, na cabeça deles, implementar uma operação de genocídio de gente menos abastada que nem figuras do naipe de Afanádio Jazadji seriam capazes de conceber.

Maurício Ayer disse...

Sempre gostei do Juventus, e não é que agora simpatizei pela Ferroviária...

Ronaldo disse...

Primeiro se informa do resultado da partida e depois posta a sua opinião......

Leandro disse...

Calma, Ronaldo.
O autor da postagem estava devidamente manguaçado quando a publicou. Coisa que, no caso deste blogue, não só é uma honra como chega a ser obrigatório no currículo de autores e leitores.
Falo por experiência própria, naturalmente...

Maurício Ayer disse...

Obrigado pela defesa do colega Marcão, Leandro. De fato, há que considerar a margem manguaça. O que se perde em precisão dos dados, ganha-se, paradoxalmente, em lucidez. Pelo menos assim quero crer...