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quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Chifre dinamarquês e pau pernambucano

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Calma, não é nada do que vocês estão pensando! Refiro-me a dois presentes que ganhei ultimamente, a cerveja dinamarquesa Faxe Royal Export (à esquerda), que ostenta um viking barbudo e com o inevitável chapéu de chifre no rótulo, e a garrafada Pau do Índio, característica da cidade de Olinda durante o Carnaval (à direita). Pelo o que pesquisei, a Faxe é uma das mais tradicionais cervejarias da Dinamarca, e a Export foi lançada em 1985, como uma "versão de luxo". O Tarantino Multi Beer observa que "A levedura utilizada na Royal Export é especial, dando um aspecto suave e refinado". Provei e gostei. Apesar de amarga, tem um leve acento frutado. Pra quem vai beber só, aconselha-se um balde de gelo para manter a temperatura até o fim do latão de 1 litro. Já a garrafinha de Pau do Índio, trazida por um casal amigo que esteve em Pernambuco, é vendida no Alto da Sé, em Olinda. Dizem que é uma espécie de energético natural feito com cana de cabeça (cachaça a 45°) como base e que utiliza xarope de guaraná, ervas aromáticas, raízes, sementes e mel. Aconselham a beber bem gelada. Assim como a Tiquira, do Maranhão, não tive coragem de experimentar. Mas, se eu tiver (e sobreviver), trarei mais informações. Saúde!

2 comentários:

Anselmo disse...

Rapaz!

cachaça a 45° não necessariamente é de cabeça. Cachaça de cabeça é o volume de uns 10% iniciais da destilação. tem mais álcool que o corpo. mas também tem impurezas.

Afora essas dúvidas, excelente a dica.

Juliana Lima disse...

Prezado colega, o único risco que você corre tomando pau do índio é o de se apaixonar pelo danado, digo, pela danada da bebida. Essa mistura etílica de raízes nada mais lhe dará do que uma boa e animada embriagues. A ressaca é a mesma, sempre. Aproveite o carnaval como desculpa para experimentar e compartilhar com os amigos. Com certeza você sobreviverá para nos contar o resultado.
Beijos