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domingo, dezembro 05, 2010

Parabéns ao 'todo poderoso' pelo cente... NADA!

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11 comentários:

Nicolau disse...

É isso aí, ficamos na mão. Mas agradeço ao empenho do Tricolor paulista em deixar o centenário corintiano mais tranquilo: sempre que viram o Todo Poderoso pela frente, perderam sem vacilar. Abraço, Marcão, que ano que vem tem mais!

Thalita disse...

como diz o companheiro corintiano Victor, não tem essa de centenada

http://globoesporte.globo.com/outros-esportes/noticia/2010/12/corinthians-bate-carlos-barbosa-e-conquista-taca-brasil-de-futsal.html

http://www.lancenet.com.br/minuto/Andrade-vence-Brasilia-fatura-bicampeonato_0_384561622.html

Anônimo disse...

Não podemos reclamar de São Paulo e Palmeiras, afinal eles entregaram tudo pra nós esse ano...E quanto a centenada, o que comemoramos não foi um ano, foram 100 anos, e nesse período temos muito mesmo o que festejar.

Anselmo disse...

2010 foi um ano pra esquecer, esportivamente falando, pra mim. só não foi pior do que o corinthians campeão no ano centenário.

Marcão disse...

Capa do jornal Mais Esportes de hoje: "SEM TER NADA - Sem Paulistão - Sem Copinha - Sem Liberta - Sem Carnaval - Sem Penta". E sem Brasileiro.

Pois é, Nicolau, o São Paulo amarga o tabu de três anos sem vencer teu time, assim como antes ficou quatro anos sem perder (2003 a 2007). Faz parte da rivalidade, tem hora que vira pra um lado, tem hora que pro outro. Mas 100 anos só se faz uma vez. E o Corinthians passou o centenário sem nada, depois de iniciar a temporada alardeando que conquistaria tudo o que disputasse. Isso nunca será modificado. E, para os adversários, não tem preço. Abração.

Bruno disse...

Marcão,

De fato, 100 anos só se faz uma vez; bem como 101, 102, 103...
Pô, até parece que importa a papagaiada do marketing! Ficar qualquer ano sem ser campeão é uma merda - não importa se este ou outros!

Abraço

Glauco disse...

Concordo com o Bruno: "Ficar qualquer ano sem ser campeão é uma merda - não importa se este ou outros!". Como meu time foi campeão duas vezes em 2010, vou comemorar o fim de ano. Já o trio de ferro...

Leandro disse...

Referia-me ao desânimo do time "que tem que buscar", que é sim bem diferente do time "que quer entregar".
Depois dos 17 minutos do segundo tempo não teve mais jogo em Goiás.
Colocassem um time de futebol de salão dente-de-leite e o já estafado, envelhecido e então desanimado time corinhtiano não desempataria, até porque, seria inútil, e sabiam disso. Essa a razão pela qual este jogo de GO nem pode ser levado em conta.
Coisa parecida já se viu em 2004, quando o Atlético Paranaense acabou perdendo para o virtual rebaixado Botafogo por perceber inútil uma vitória, já que o Santos vencia o time B do Vasco no interior paulista. Mesmo Vasco que colocou time titular em São Januário em sua vitória contra os paranaenses dias antes.
Outro exemplo bom é 2005, quando o também desanimado Inter perdeu para o rebaixado Coritiba.
Coisas da vida...

Glauco disse...

Leandro, a comparação com 2004 é totalmente infundada. Melhor comparar com o Corinthians e Flamengo de 2009. Quanto a 2004, só pra relembrar:

O Vasco que enfrentou o Atlético-PR estava ameaçado pelo rebaixamento, jogou em casa e tinha ali sua grande chance de fugir da Série B. Trecho de uma matéria do Uol à época dizia:

"No jogo desta tarde, os jogadores cariocas mostraram uma garra jamais vista durante o certame e, com um gol do zagueiro Henrique na segunda etapa, conseguiram o importante resultado. Talvez tamanha determinação tenha dedo do técnico Joel Santana, que ao longo da semana pendurou nos vestiários de São Januário recortes de jornais paranaenses, com matérias em que os atletas do Atlético-PR diziam que conquistariam o título diante do Vasco."

Na última rodada, o Atlético-PR pegou o Botafogo, também ameaçado de rebaixamento. Empatou, como muitos já previam, dado que a equipe carioca daria tudo, como deu. E se você pesquisar a escalação do Vasco contra o Santos, vai ver que mais da metade dos jogadores foram os mesmos que enfrentaram o Furacão em casa, tirando jgoadores suspensos e Petkovic poupado.

O ruim de tentar lembrar as coisas confiando na memória é que a versão que vai ficar é aquela que corrobora a teoria da conspiração. Que só vale pra quem nela crê.

Leandro disse...

Não, Glauco. A comparação não é infundada. Infundada é a teoria conspiratória acerca da mitológica entrega de 2009, num jogo em que Felipe foi buscar uma bola na forquilha alvinegra, em que foi convertido o pênalti objeto da polêmica aos 92 minutos, e que tem por intuito, na verdade, justificar (e minimizar) as entregadas deste ano.
Quanto a 2004, a verdade é que o cartola Eurico Miranda, na época amiguinho da então diretoria santista e de birrinha com a do Atlético Paranaense garantiu jogar com força total em casa para depois jogar com time meia-bomba contra o Santos, como jogou. Tanto que deu férias "apenas" a um tal de Petkovic no último jogo.
A exemplo do tropeço corinthiano em GO, o empate com gosto de derrota na Arena da Baixada foi resultado do desânimo que se abateu sobre o time paranaense ao longo do jogo, somado, claro, à luta do Botafogo, que jogava sua última cartada ali, embora o jogo tivesse amplo favoritismo do mandante.
Amplo favoritismo que, comparativamente, não existia no jogo entre Vitória e Corinthians, onde os baianos também jogavam suas últimas cartadas na competição, mas contando com o mando de campo, ao contrário do Botafogo em 2004, com o calor da Bahia e, acima de tudo, com as eternas polêmicas de arbitragens potencializadas pela imprensa, podendo utilizar tudo isso em prejuízo dos visitantes, como utilizaram.
O curioso é que, na lógica anticorinthiana, apesar das circunstâncias extremamente mais favoráveis, o Atlético do PR de 2004 não tinha lá tanta "obrigação" de vencer o Botafogo quanto tinha o Corinthians de 2010 contra o Vitória.
Mas estes problemas circunstanciais, infelizmente, podem seguir ocorrendo quando existirem oportunidades nas próximas edições, embora eu nem defenda "trocos" do SCCP se as oportunidades surgirem um dia.
E eu mesmo estou concordando que não existe fórmula perfeita e que o título não vai para aquele que seria o "merecedor" em nenhum dos formatos. Nego o discurso dos que defendem os pontos corridos com este argumento pueril. Basta checarmos as últimas três edições para constatar o contrário.
Isso não foi bom para o Corinthians na edição deste ano, mas ao longo dos últimos cem anos, já beneficiou bastante o Timão, que sempre teve por marca contar com times voluntariosos, aguerridos, batalhadores como o povo que representa, e não esquadrões, malabaristas ou mágicos da bola.
O legal do futebol está nisso. No dia em que for como os chatíssimos basquete ou tênis, onde sabemos de antemão quem vai ser o primeiro, o segundo e o terceiro, eu deixo de acompanhar a TV, os blogues, o rádio, e a vida perderá muita cor, então.
Já a mala, branca ou preta, nisso estamos de acordo. Esta eu defendo que se combata para não termos mais times dopados financeiramente, como tivemos nesta última rodada o Guarani e o Goiás.

Leandro disse...

Desculpem a confusão com os comentários.
Além de digitar em postagens erradas (bêbado ou não, para fazer jus ao blogue), aparecem umas mensagens dizendo que o teor é muito extenso, que precisa ser compactado, mas no final vou ver a postagem e o primeiro comentário está lá.
Sem contar que aparecem duplicados se dou mais um compulsivo e involuntário clique.
É muita complexidade para gente da geração Y.