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domingo, março 17, 2013

Depois de perder para o Arsenal da Argentina, São Paulo toma sufoco do Oeste e Ney Franco ouve côro de "burro"

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Agora é fato: do jeito que a coisa vai, Ney Franco não deve durar muito no comando do São Paulo. A vitória suada - e mesmo injusta - por 3 a 2 contra o Oeste de Itápolis hoje, no Morumbi, inaugurou a guerra declarada da torcida contra o técnico Ney Franco. Desde o primeiro tempo, o tradicional côro de "burro" ecoou forte no Morumbi, mostrando que, além de enfrentar oposição explícita de alguns atletas e ironias da diretoria, o treinador também terá que encarar guerra aberta da torcida. Quando chega nesse ponto, ou o time vira um Barcelona e começa a dar show, de um dia para o outro, ou a cabeça do técnico não demora muito pra rolar. Como a primeira hipótese é mais do que improvável...

Eu, de minha parte, não tenho nada contra Ney Franco. Não acho que ele seja pior do que os antecessores de 2010 pra cá - muito pelo contrário. Porém, na Ditadura Juvêncio, os técnicos já chegam ao clube sem poder. É nítido que Ney Franco nunca teria escalado Ganso como titular, em hipótese alguma, e que só o fez por pressão da diretoria. Lúcio é outro que chegou com status de titular, independente da opinião do técnico. Cobras criadas como Rogério Ceni (que afrontou o técnico num jogo no fim do ano passado quando contestou uma substituição), Luís Fabiano e o próprio Lúcio, como bem observou o Glauco no comentário de outro post, tornam o ambiente um campo minado para o treinador.

É fato, também, que o time não tem laterais que prestem. Isso é um absurdo num time do porte do São Paulo. E complica a vida de qualquer treinador. Em 2011, os técnicos tiveram que se virar com o horrendo Píris e o nulo Jean. De 2012 pra cá, Douglas é uma das maiores dores de cabeça que o São Paulo já teve: não marca, não ataca e deixa avenida para os adversários. Cortez, coitado, é esforçado. Só isso. E os volantes Wellington e Denílson não estão jogando NADA. Como um técnico, seja ele quem for, vai conseguir fazer omelete com ovos tão raquíticos? Mas, como sempre no futebol, fica mai fácil demitir um técnico do que o time todo. E o São Paulo terá que começar tudo do zero. De novo...



segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Timão atropela o Oeste e mostra força ofensiva

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Guerrero marcou dois e sofreu penalti: é bom ter centroavante

O Corinthians tirou o carro da garagem para um passeio no Pacaembu e, no caminho, atropelou o pobre Oeste de Itápolis. 5 a 0 e controle total da partida, o que é bem bacana mesmo se levarmos em conta a fragilidade do adversário.

Aos 15 minutos, Paolo Guerrero já tinha feito dois gols iguais: cruzamento de Alessandro e cabeçada perfeita. O centroavante ainda se movimentou, deu bons passes e teve outras oportunidades.  Terminou o ano com uma média de gols muito alta, passando uma meia dúzia de jogos deixando o seu - inclusive os dois do Mundial - e na segunda partida de 2013 já marcou dois. Joga muita bola.

Um desses passes aconteceu no meio de uma bela trama coletiva que começa com toque de calcanhar de Danilo, passa por arrancada de Emerson e termina com o gol de Paulinho, 3 a 0 ainda no primeiro tempo. Coisa de time entrosado.

No segundo tempo, Danilo fez um belo gol de fora da área, de perna direita. E Sheik ainda perdeu um penalti, sofrido por Guerrero, o cara.

Pato chegou chegando. Dupla infernal com Guerrero?
Estava 4 a 0 quando entrou Alexandre Pato, o homem das boas estreias. Entrou, recebeu belo passe de Paulinho (que jogou muito, pra variar) e mostrou o repertório. Bateu firme de direita. O goleiro rebateu e ele devolveu de esquerda, de primeira. Bela apresentação.

Passeio sem sustos, o que até que não é tão incomum para este time acostumado a ser campeão. A novidade talvez seja o placar elástico, coisa rara na era Tite. O conservadorismo do técnico pode ser culpado em muitas situações, ao fazer o time recuar quando abre vantagens pequenas. Porém, em outras partidas, o time segue em cima, cria jogadas e perde muitos gols. Guerrero e Pato no ataque podem mudar essa situação e fazer um Corinthians ainda mais forte em 2013.

quinta-feira, março 24, 2011

Timão, o Rei, e a liderança

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Depois de alguns anos de Butantã, fui conferir o óbvio quando o assunto é assistir jogo no boteco: o Rei das Batidas, reduto de uspianos, estudantes e professores, e clássico absoluto da região. Eis que o bom bar tinha não uma, mas logo três televisões ligadas, uma delas com o jogo do Timão – nas outras passava o São Paulo.

Em minha jornada solitária, consumi duas cervejas e vi um Corinthians bastante aguerrido no primeiro tempo. Marcação adiantada, pressionando a saída de bola. Faltava um pouco saber o que fazer com ela depois de tomá-la, isso é fato. Mas foram bem umas duas chances mais ou menos – uma boa, com chute de Dentinho, que jogou bem – até o gol de cabeça de Paulinho, em escanteio batido por Morais.

Vantagem adquirida, surpresa das surpresas, o Timão recuou e assim permaneceu até o fim da primeira etapa. Postura triste para quem mostrou que podia mais, ainda que o Oeste não tenha construído nenhuma chance clara de gol – deixando para minha Serra Malte a maior parte das atenções.

No segundo tempo, novo período de animação. Aos cinco minutos, Dentinho tinha chutado outra perto da trave pouco antes de dar o passe para o belo gol de Liedson, o grande, que empatou com Elano na artilharia da competição, com impressionantes 10 gols em nove jogos disputados.


Feito o gol, feito o recuo, conforme a lei de Tite. E lá se vão mais uns bons minutos em que mesmo a Original meio sem graça que me foi servida após o trágico término das Serra Maltes levava vantagem sobre a partida. Tite, então, trocou Morais por Ramires e Jorge Henrique por Bruno César. O dois entraram acesos e, logo na primeira disputa, Bruno rouba a bola e passa para Liedson que não sei se chuta ou passa. O importante é que a bola cai para Dentinho fazer, meio de barriga. Ainda entrou William no lugar de Liedson, e em boa jogada pelo meio quase sai o quarto – mais uma participação decente do rapaz.

Nas TVs ao lado, o São Paulo levava 3 a 2 do Paulista de Jundiaí. Em parte, o resultado teve amplo protagonismo de Rogério Ceni, autor de um dos gols são-paulinos (o de número 99 do arqueiro) e responsável por falhas nos três sofridos. Com isso, o Timão passou à liderança isolada da pouco útil primeira fase do Paulista. Tal condição, no entanto, será colocada a prova no confronto direto exatamente com o Tricolor, no qual, fatalmente, Júlio César será a vítima do centésimo gol de Ceni – o Corinthians adora ajudar os rivais nessas. Mas isso não quer dizer que perderá a partida, que promete equilíbrio.

Adriano

Tem muita gente falando que o Imperador da Manguaça pode vir para o Corinthians vender mais camisas e aumentar a raiva da torcida flamenguista. O contrato seria “de risco”, com um (gordo) salário fixo de R$ 300 mil e valores variáveis que podem elevar os vencimento do cabra para mais de R$ 500 mil, caso o jogador cumpra alguns requisitos, como jogar bola e treinar. Quando esteve no Flamengo, treinando quando queria e se acabando na Cidade maravilhosa, Adriano foi artilheiro do Brasileiro e campeão. Como dirigente, não sei se contrataria. Se vier, comemoro aqui da mesa do bar e imagino uma dupla com o rápido Liedson num 4-4-2.

quinta-feira, março 04, 2010

Foi de broxar

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Por Moriti Neto

Broxante. Não tenho outra palavra. Bar, cerveja gelada, boa companhia e um jogo do time de coração. Espera por gritar um golzinho que fosse. E nada. Isso, contra um adversário fraco e que jogou com um a menos em boa parte do tempo. Resultado: 0 x 0 e uma “exibição” de matar a criatividade de vergonha. Nada mais desestimulante para um amante da bela modalidade que se chama futebol.

Oeste e São Paulo, disputada ontem, em Araraquara, foi das piores partidas que vi em muito. Chata de assistir e de deficiência técnica gritante. O Tricolor foi lento, sem inventividade e os jogadores mais se assemelhavam a lesmas, se arrastando pelo gramado.



A defesa, simplesmente, não teve trabalho, pois o ataque adversário inexistia. No meio de campo, fora Jean, que jogou bem e merece mesmo ser o primeiro volante titular, não se salvou ninguém. Cléber Santana foi um horror nos passes e, lento, pouco colaborava na marcação. O trio de atacantes formado por Washington, Fernandinho e Dagoberto, ao menos correu, e só correu. Faltou tudo: velocidade, ousadia, movimentação, recuperação de bola rápida no meio, ultrapassagens dos laterais, chutes de fora da área.

Agora, quanto aos defeitos, sobraram. E dos principais apresentados pelo time e que vem se tornando recorrente na temporada, a incompetência de manter a bola no campo de ataque, perto da área adversária, sobressaiu-se. Os jogadores que tentaram quebrar o estilo cintura dura e moroso da equipe foram Dagoberto e Fernandinho, que saíram extenuados ao fim da partida. Washington perdeu boas chances, mas, também, a bola chegou quadrada na maioria das vezes. Aí, o centro-avante, que é “grosso”, porém sabe fazer gols, tem que ajeitar driblar, enfim, raras vezes recebe a redonda em condições ideais, seja em passes por baixo ou em bolas aéreas.

O jogo foi broxante. Ainda bem que a cerveja gelada e a ótima companhia prevaleceram e permaneceram apesar da ruindade demonstrada em campo.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Três pontos e um futuro promissor

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O Santos venceu o Oeste por 2x0 neste sábado mostrando um futebol eficaz. Menos vistoso que o da partida anterior, contra o Barueri; mas igualmente preciso e necessário para o alcance dos três pontos.


Se dessa vez não houve "encanto" no sentido mais forte da palavra, o que ficou foi a apresentação da equipe em termos táticos. Dorival Júnior escalou o Peixe com um eficaz losango no meio campo, em cujo vértice inferior estava Rodrigo Mancha, no superior Paulo Henrique Ganso e nos lados Marquinhos e Wesley. Estes dois, aliás, apresentaram ótimo futebol - algo que felizmente contraria as expectativas deste humilde escriba. Pará e Léo foram bem nas laterais, André cumpriu seu papel na frente e a dupla Bruno Rodrigo e Durval novamente foi pouco exigida.

Vale falar do futebol de Neymar e Paulo Henrique Ganso. Neymar arrebentou. Mesmo. Mostrou precisão nos dribles e uma maturidade rara para um garoto de sua idade. O segundo lance do vídeo abaixo mostra bem o que foi a atuação dele. Sofreu uma chegada firme do zagueiro, mas se levantou e foi pra cima, criando um lance venenoso. Apanhou o jogo inteiro, e também ouviu poucas e boas dos adversários. Sei lá, acho que ele causa inveja.

Já Ganso... mais uma vez, foi mal. Arriscaria dizer que foi o pior atleta do Peixe no duelo contra o Oeste. Também havia ido mal contra o Barueri. Não estou dizendo que deva sair do time, longe disso; mas quando um grande jogador vai mal em duas partidas consecutivas, acaba nascendo uma preocupação.



A atmosfera na Vila Belmiro estava bacana: mais de 10 mil torcedores (eu fui um deles), o que, sabemos, é coisa rara por lá. E a torcida não teve pudores para entoar um "olelê, olalá, o Robinho vem aí, e o bicho vai pegar" no final do jogo. Sinal que há um clima bem positivo, uma sinergia se consolidando entre time, torcida e diretoria. Bom para o Santos.

quarta-feira, abril 01, 2009

Com Diego Souza, ainda sem futebol

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Mesmo com a volta do meia Diego Souza, o Palmeiras amargou um empate em Itápolis com o Oeste em 1 a 1. O resultado frustrou as expectativas da torcida e do treinador Vanderlei Luxemburgo que queriam ver garantida a liderança da primeira fase do campeonato paulista, posição que garante a vantagem do empate na fase final.

Novamente o time saiu atrás no marcador, com gol de Ademar, e precisou do zagueiro Maurício ramos para não dar vexame. A retomada do esquema com três zagueiros voltou a não resolver a defesa. Sandro Silva foi bem melhor do que Fabinho Capixaba na lateral-direita.



Quando o gol do Oeste saiu, aos 7 do segundo tempo, a torcida alviverde pediu a entrada de Lenny. Tudo bem que o jogador é o vice-artilheiro, mas metade de seus gols saíram em um só jogo (e a outra metade antes da quarta rodada). Ao colocá-lo no lugar de Marcão, o time voltou ao 4-4-2. O reserva teria chance de virar o jogo, mas assim como Keirrison, não garantiram a vitória.

Diego Souza, cuja ausência foi lamentada na última partida, esteve mais apagado. Entrou jogando no ataque, mas nem quando voltou à meia melhorou muito. Cleiton Xavier foi melhor, fez o passe do gol.

A liderança no campeonato paulista vem servindo para o Palmeiras de vacina anticrise. Antes que alguém pronuncie a palavra, já lembra da tabela e muda o foto. Mas o time caiu muito de produção, há quem o considere devagar quase parando. Em parte, isso pode ser atribuído ao trabalho dos adversários que estudam e marcam melhor algumas peças-chave do esquema palestrinho. Mas de outro lado há uma irregularidade grande nas atuações.

Se a posição for garantida amanhã por um tropeço do São Paulo – o único que ainda pode ultrapassar a pontuação do time –, será uma "conquista" bem significativa da condição atual da equipe. Um cenário que torna mais adversa a já grave condição do Verdão na Libertadores para a partida da próxima terça-feira contra o Sport.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Ceni volta, Washington marca, zaga muda e 3 a 0

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O São Paulo jogou contra ning..., perdão, contra o Oeste de Itápolis, ontem, e venceu por 3 a 0 sem maiores dificuldades. Pontos positivos: Rogério Ceni adiantou sua volta para pegar ritmo de jogo e Washington renovou a confiança quebrando o jejum de gols. Outro detalhe é que Muricy Ramalho começou a partida com dois zagueiros (algo raro). E o outrora titular Hugo foi para o banco, de onde Arouca saiu para entrar como titular e jogar 90 minutos. Nada de extraordinário, mas sinaliza que o treinador abdicou da teimosia para tentar alguma coisa que dê um mínimo padrão de jogo para o time. No mais, o Paulistinha mostra que, fora os quatro da capital (incluindo a Portuguesa) mais o Santos, o nível dos outros clubes é muito fraco. Isso é ruim para os que disputam a Libertadores, pois lá não existe vida fácil.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Corinthians vence Paulista com dois gols de Chicão

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O Corinthians foi ontem a Jundiaí e bateu o Paulista, por 3 a 2, em mais um jogo difícil de assistir. Os primeiros minutos do Timão foram mais interessantes, com bola na trave e corta-luz de Lulinha, que resultou no gol de Elias.

Depois disso, o time sofreu o gol num bate-cabeça da defesa (William esteve em noite muito ruim) e acabou se desesperando. Ainda no primeiro tempo, levou a virada: Alessandro deu “belo” passe para Zé Carlos chutar no canto direito de Felipe, em bola defensável que o goleiro aceitou (imagens mostram que o pé esquerdo dele escorregou na hora de pular).

No segundo tempo, a boa notícia do jogo: a boa estréia do garoto Boquita, recentemente campeão da Copa São Paulo. Ele entrou no lugar de Fabinho – que, voltando de contusão, sentiu muito a falta de ritmo e não ganhou uma bola – e deu criatividade ao meio campo. Elias voltou para a posição em que rende mais, de segundo volante, ao lado de Túlio – que parece ter mais fé em seu futebol do que a realidade recomendaria.

O garoto deu o passe para que Souza sofresse o pênalti que determinou o empate, cobrado por Chicão com categoria. E foi ele também que deu o passe para Otacílio Neto no lance em que ele sofreu a falta que gerou o gol da virada, também cobrada por Chicão. Essa é outra boa notícia: o zagueiro está jogando bem e cobrando as faltas com muita confiança. Temos um cobrador, enfim.

Uma das várias más notícias é o desempenho de André Santos. Não vem jogando bem e está ficando muito fominha. A saber se é mascar mesmo ou se o cara está se sentindo pressionado para mostrar o bom futebol do ano passado. De qualquer forma, alguém precisa conversar com o rapaz e colocar a cabeça dele no lugar.

Retornos - A diretoria conseguiu converter o restante da pena de Morais em cestas-básicas e o meia volta a campo já no clássico contra a Portuguesa, no sábado. Além dele, Jorge Henrique já está recuperado de lesão e à disposição do treinador. O efeito das bruxas está começando a sumir e a qualidade do jogo do Timão deve começar a melhorar. Pelo menos, é o que eu espero.

Falha nossa -Não falei sobre o jogo de sábado, contra o Oeste de Itápolis por dois motivos: não consegui assistir o jogo e nem tive como postar no fim de semana. Mas, segundo relatos como o do Ricardo do Retrospecto, o jogo foi fácil e dava para a goleada ter sido maior.

Calma - Falando no jogo contra o Oeste, um dos fatos mais comentados foram os inúmeros gols perdidos por Souza. Um monte de corintianos estão sentindo saudades de Herrera e reclamando da contratação do centroavante. Acho que convém lembrar do início do argentino no Corinthians, no Paulistão do ano passado, que foi simplesmente sofrível. Não sei se foi uma boa trocar Herrera por Souza, mas entendo porque isso aconteceu. E agora não adianta chorar: deixa o Souza lá fazendo seu pivô, deslocando a marcação, que isso ele parece que sabe fazer, e dêem um tempo pro cara calibrar o pé. Se o nível não subir em mais alguns jogos, eu entro no coro: banco nele.