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Mostra de que dois dos pilares do Futepoca andam muito juntos são as notícias sobre o comportamento do centroavante Adriano, da Inter de Milão e titular da seleção brasileira na Copa de 2006. Nesta sexta-feira, 21, ele admitiu, segundo a Agência EFE, que bebia até para dormir.
O figura havia sido flagrado molhando a palavra por diversas vezes, e exagerando outras tantas. Os efeitos soníferos do álcool não são conhecidos pelos autores do Futepoca exceto por meio da literatura, já que reina aqui o comedimento.
De tantos problemas com a água que passarinho não bebe, Adriano não foi inscrito na Liga dos Campeões. Mesmo não sendo um problema exclusivo o brasileiro, o fato é que as noitadas reduziram o desempenho do "Imperador".
Adriano reconheceu ter perdido um ano e meio de sua vida, mas explicou que são coisas que podem ocorrer com qualquer um. E que o importante é que a gente aprende com essas coisas. De volta aos gramados, ninguém sabe se ele voltará a ser ídolo do clube italiano.
A distância do filho e da mãe, até este ano, e outros motivos que ele não revela por completo o deixaram deprimidos. Felicidade o salário milionário não garantiu. "É claro que o dinheiro ajuda, mas a felicidade não pode ser comprada. Quando você está mal, o dinheiro não te ajuda", ensina.
O diagnóstico da família do atleta é de que ele é uma boa pessoa, o que faz com que muita gente queira se aproveitar disso para enganá-lo. Ele não explicou quais foram os contextos em que ele foi enganado nem quantas ele tinha tomado antes desses episódios. Mas a existência desses aproveitadores reforça a teoria do mestre Mouzar Benedito, ex-jurado de concursos de cachaça, de que, para o pessoal parar de beber, teria que, antes, melhorar o mundo.


















