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Durante a semana, o técnico Dorival Júnior declarou que não pouparia os jogadores do Santos no duelo contra o Ceará, realizado ontem, em Santos, pela segunda rodada do Brasileirão (as exceções seriam Léo e Robinho). A medida, segundo o técnico, se justificaria pelo fato do Brasileiro ser um campeonato no qual pontos não podem ser desperdiçados, e eventuais tropeços nessas primeiras rodadas seriam cobrados no futuro.
Pois bem: os titulares foram a campo, o time não venceu o Ceará e deixou uma bela pontada de preocupação na alma do torcedor, que agora vislumbra o duelo contra o Grêmio, na quarta, pela Copa do Brasil.
Não apenas pela futebol em si propriamente dito. Que foi bem fraquinho, é bom registrar: o Ceará poderia ter vencido a partida, se a arbitragem tivesse validado gol erroneamente anulado ainda no primeiro tempo, que deixaria os nordestinos com uma vantagem de 2x0. Mesmo na segunda etapa, o Santos não rendeu e o empate, pelo que se viu, caiu de bom tamanho.
Mas a outra preocupação que fica para os torcedores é em relação ao preparo físico do time. Contra o Ceará, se notou com facilidade uma dificuldade dos atletas para correr, marcar os adversários, se fazer presente em todos os lados do campo. Dorival falou sobre isso ao término da partida: disse que é complicado para um time que joga "quarta e domingo, sem folga". Ora, treinador! Estamos em um campeonato no qual quase a metade dos times está jogando "quarta e domingo, sem folga". Ou seja, essa não cola.
A expectativa entre os peixeiros é que o que aconteceu ontem tenha como explicação justamente uma concentração maior para o jogo contra o Grêmio.















