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Na página C6 do Estadão de ontem, sobre a preferência do roqueiro Lobão pela cidade de São Paulo, onde mora, uma informação peculiar:
Em 1984, perdeu a mãe, que se suicidou. No enterro, tocou bumbo com a camisa do Botafogo.
Na página C6 do Estadão de ontem, sobre a preferência do roqueiro Lobão pela cidade de São Paulo, onde mora, uma informação peculiar:
Em 1984, perdeu a mãe, que se suicidou. No enterro, tocou bumbo com a camisa do Botafogo.
Enquanto o título da série A1 do Paulista fica mais perto do Santos, estão definidos os times que ascenderam da A2. São Bernardo, Linense, Noroeste e Guaratinguetá participam da elite paulista do futebol em 2011. A decepção foi o União São João de Araras, que terminou a primeira fase em primeiro, mas pereceu.
Os 20 clubes enfrentaram um primeiro turno em que todos jogaram contra todos uma vez só – a exemplo da A1. Oito passaram para a segunda etapa formando dois grupos para jogos em turno e returno. Aquela história, o primeiro, quarto, quinto e oitavo de um lado, e segundo, terceiro, sexto e sétimo do outro. Sobem quatro, dois líderes de cada grupo.
Curioso é que os classificados de cada grupo se enfrentam, para cumprir tabela e definir quem fica em primeiro e quem fica em segundo de cada chave na próxima rodada. Coincidência curioas.
O Linense não sabia o que era primeira divisão do estadual desde 1957. Foram cinco anos de elite, até cair – e cair, e cair. Agora, em 2010, a equipe de Lins, comandado por Vilson Tadei, terminou a primeira fase em segundo com 40 pontos. Apesar de perder para o São Bernardo, venceu por duas vezes tanto o União Barbarense quanto o Paec.
O time da cidade onde o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva surgiu para o mundo da política também subiu. A região do ABC, além de ter um representante na final da primeira divisão, tem festa com outro clube que sobe. Santo André e São Caetano já tinham equipes entre os 20 melhores do estado. O estádio 1º de Maio abrigou o empate com o Paec que garantiu a vaga para o clube fundado em 2004.
Do outro lado, o Noroeste conseguiu a vaga com um empate contra o São José, no Vale do Paraíba, no estádio Martins Pereira. Com dez pontos, o Norusca volta à A1, de onde caiu em 2009. É o ioiô caipira. Azar dos outros clubes, que vão ter de pagar muito pedágio para enfrentar a equipe bauruense.
Outro que caiu em 2009 e volta agora é o Guaratinguetá. O time goleou o União São João por 4 a 1. Para um time que ficou em primeiro da A1 em 2008, a queda no ano passado foi um golpe. Mas o clube superou e agora tem a Série B do nacional pela frente.
A definição do campeão depende da última rodada. O time de melhor retrospecto no geral entre o primeiro de cada grupo leva o caneco. Linense só precisa de um empate para confirmar o caneco.
Que venha a primeirona!
Em tempo: os mascotes estão no site da Federação Paulista de Futebol.

Há tempos estou para escrever sobre o Larica Total, programa do Canal Brasil que é um colírio para nós, manguaças e invariavelmente lariquentos das horas bizarras e desgustadores de alimentos de origem duvidosa.
O programa é mesmo a cara do companheiro Marcão, que aqui escreve assiduamente, passa pela coluna “pé redondo na cozinha”, do chef Marco Xinef e é o retrato da minha e de muitas outras cozinhas brasileiras, as cozinhas de guerrilha!
Larica Total vem arrebatando corações nos últimos meses, isso porque Paulo de Oliveira, o chef solteirão que cozinha com o que tiver na geladeira e o que o fígado aceitar, fala a nossa lingua, retrata a cozinha do manguaça, a culinária de guerrilha, o cotidiano de nós, que somos trabalhadores deste país.
Justamente por isso o Futepoca deveria propor um episódio para participarmos. E para nossa inspiração, abaixo o ótimo episódio onde Paulo de Oliveira recebe o chef Claude Troisgros. Atenção para a receita de crepe flambado com cachaça e a degustação de vinhos abaixo de 10 reais!
Para os interessados, Larica Total dá seu recado, via Twitter, para o final deste domingo: @laricatotal Hj vou curtir o Santos, tá com um futebol moleque, meu estilo. Depois tem larica total, 20h30m no canal brasil! Cesar Salad!
O Corinthians fez mais uma partida segura e sem grandes emoções na noite desta quarta, contra o Independiente de Medellin. Acabou 1 a 0, em gol contra de Valencia após desvio de William em cobrança de lateral de Roberto Carlos.

Que me desculpem os amigos colorados, mas que história é essa de nomear Marcelo Dourado como Cônsul Cultural do Inter?
Eu que assisti a vitória do Inter por 3 a 0 em cima do Deportivo Quito, pela Libertadores na noite desta quinta-feira, fiquei absolutamente indignada...
Além da polêmica se o tal do Dourado é ou não homofóbico, o que o vencededor do BBB 10 fez ou faz para, na beira do gramado do Beira-Rio, receber o título de Cônsul Cultural?
No mínimo, ter propagado a máxima que homens heterossexuais não contraem o vírus HIV.
Coisa de marketeiro mesmo, que papelão!
Campanha voluntária de 15 amigos, auto-intitulados "Amantes do Futebol Arte", em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul:
São 10 outdoors espalhados pela cidade, ao custo de R$ 7 mil. E tem tudo pra se alastrar por outras capitais. E aí, Dunga?
Praticamente definidos confrontos das quartas-de-final da Copa do Brasil. O melhor jogos deve ser entre Santos e Atlético-MG. Mas pode ter também um Grêmio e Fluminense (ou Lusa) e Vasco e Vitória.
Indefinido ainda está o adversário do Palmeiras, entre Atlético-GO e Santa Cruz. Os goianos têm vantagem depois de vencer em Recife por 2 a 1.
O Fluminense tem tudo para garantir a classificação depois de vencer por 1 a 0 no Canindé a Portuguesa paulistana. Se isso ocorrer, enfrenta o Grêmio, que perdeu para o Avaí por 3 a 2 na Ressacada, mas se classificou por ter vencido por 3 a 1 no Olímpico.
O Vasco confirmou a vaga sobre o Corinthians-PR depois de vencer por 1 a 0 no primeiro jogo em Curitiba.Enfrenta o Vitória, que tampouco precisou muito esforço para confirar a vantagem de 4 a 0 sobre o Goiás de Jorginho, Fernandão e companhia.
O Santos sofreu a segunda derrota para times alviverde na temporada. Foi apenas o terceiro revés contra qualquer time, e desta vez sem os meninos da Vila em campo. Tudo bem, mesmo contra os alviverdes, foram três jogos e o saldo de gols continua com ampla margem pró-Peixe (13 marcados contra sete sofridos). Tudo bem, são poucas as possibilidades de fazer troça dos alvinegros da Baixada neste ano, a gente tem que aproveitar.
O melhor futebol jogado no Brasil atualmente vai enfrentar o time comandado por Vanderlei Luxemburgo. Os mineiros venceram por 2 a 0 o Sport na Ilha do Retiro. Tinha vencido no Mineirão por 1 a 0. Será o primeiro confronto entre o Peixe e seu ex-técnico. Diversão à vista.
Para resumir
Com os mandantes da primeira partida – definidos em sorteio – apresentados primeiro, os confrontos ficaram assim:
Chave de um lado:
Vitória x Vasco
Santa Cruz ou Atlético-GO x Palmeiras
Grêmio x Fluminense ou Portuguesa
Santos x Atlético-MG
O Atlético-PR cedeu o empate aos 43 minutos do segundo tempo e deixou a vaga nas quartas-de-final da Copa do Brasil para o Palmeiras, na Arena da Baixada. Os visitantes jogaram bem especialmente no segundo tempo, mas por preciosismo, incompetência e raça rubronegra, saiu perdendo.
Alan Bahia abriu o marcador aos 32 do segundo tempo, em pênalti inexistente de Léo sobre Bruno Mineiro. Lincoln empatou em jogada triangulada entre Márcio Araújo e Ewerthon.
Ufa!
Com um jogador a mais e pênalti perdido, o Palmeiras jogou bem e, comportamento questionável à parte, se classificou. Enfrenta o classificado entre o Atlético-GO e o Santa Cruz, sendo que o time goiano venceu a primeira partida.
A torcida do Atlético-PR foi a campo com o rosto pintado de preto em função da denúncia do zagueiro Manoel contra o ex-atleticano Danilo, por ofensa no primeiro jogo, no Palestra Itália. Ambos correm risco de suspensão pela troca de infâmias (cabeçada versus cusparada e xingamento racista).
O pior é que teve episódio de racismo no fim de semana da torcida do Coritiba contra o mesmo Manoel. Bem triste a sequência.
Sobre o jogo, o goleiro Neto do time da casa foi muito bem e evitou pelo menos três gols do Palmeiras. A começar por penalidade máxima cobrada por Robert com paradinha mal-sucedida. Na falta dentro da área, Bruno Costa tomou o segundo amarelo.
Na segunda etapa, o alviverde voltou melhor, dominou as ações, mas não tirou o zero do placar. Por preciosismo e incompetência.
Diego Souza continua ausente. É claro que ele é bom jogador, tem um domínio e visão de jogo diferenciados, mas não tem conseguido fazer isso render. Jogar como meia-meia faz o atleta render menos do que no ataque desde que chegou ao time, em 2008. Nesta quarta-feira, 21, não resolveu. E estar em campo com dois atacantes funciona melhor.
Quando Ewerthon entrou na vaga de Pierre, o time melhorou. Aliás, ele e Márcio Araújo pareciam os jogadores com a cabeça mais no lugar do time, mesmo depois de sair perdendo. O restante oscilava entre falta de fôlego e de recursos técnicos para lidar com o esférico.
Foi dos dois que saiu a jogada, meio atrapalhada, é verdade, que garantiu a igualdade e a classificação.
Um resultado que coroa a evolução do time mais em termos de disposição do que de técnica. Só precisa chutar contra a meta adversária quando a zaga abre para deixar a vida dos torcedores mais feliz. Bom, tem que acertar os chutes também, mas disso eu reclamo quando aumentar a objetividade.
Esse foi o tempo que gastei para comprar ingressos para o primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, Santo André x Santos, que acontece nesse domingo, no Pacaembu. Entrei às 9h30 na fila que se formava nas bilheterias do Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, e saí de lá às 13h40.
Pelo que leio na internet, o problema se repetiu em outros lugares. O UOL conta que o Pacaembu também teve gente que esperou mais de três horas. Amigos relataram de espera de mais de duas horas na Vila. E tenho certeza que o pessoal que chegou bem depois de mim ao Bruno Daniel inveja as quatro horas que permaneci lá - arrisco dizer que eles não levaram menos de seis horas para efetuar suas compras. Menos mal que hoje era feriado. Foi esse o motivo, é claro, que levou muita gente às bilheterias nos diferentes pontos de venda.
Dois registros importantes
O primeiro é que nesse tempo todo que permaneci na fila, vi poucas ou praticamente nenhuma ocorrência de "malandrões" furando fila. E nem cambistas. Essas duas pragas, inerentes aos grandes jogos de futebol, felizmente não estavam presentes no Bruno Daniel.
E o segundo é que a fila que levei quatro horas para concluir, diferentemente do que deve estar achando o leitor, não era das maiores. Não mesmo. Sim, era grande, mas jamais imaginei que ficaria ali por quatro horas. Arrisco dizer que estavam na minha frente, quando cheguei à fila, pouco mais de 65 pessoas. Ou seja: não era um contingente de pessoas que justificasse tamanha espera.
O que houve foi uma injustificável e absurda demora das pessoas nos guichês. Não por culpa dos clientes, que fique claro. A questão é que se fazia - PARA CADA COMPRADOR - um cadastro na hora. Medida correta, para evitar as cada vez mais frequentes fraudes no universo da meia-entrada. Mas que precisa ser otimizada, e em caráter de urgência. Não dá, não faz sentido um torcedor demorar tanto tempo em uma fila não das maiores. É preciso evolução.
Leiam as afirmações do goleiro (chorão) Rogério Ceni à Rede Bandeirantes:
- Com tanto juiz bom que temos por aqui, tirar um árbitro de uma suspensão para colocar para apitar aqui na Vila Belmiro contra um time leve. Era óbvio que iria chegar aqui e distribuir cartão para todo mundo.
Eu traduziria assim: "Contra um time leve, rápido e técnico, o adversário está autorizado a descer a botina, sem dó. Por isso, é preciso um juiz condescendente, estilo Libertadores, que deixa o pau quebrar e o jogo correr". É isso?
A matéria de capa de Veja traz José Serra com a mão no queixo, exibindo um sorriso de dentes clareados e prontos para a corrida eleitoral. Segundo alguns, uma cópia da Times com Barack Obama. Mas há diferenças sérias na chamada de capa. Um aponta quem vai ganhar, outro sugere quem deve ganhar – ambos os casos na opinião do respectivo veículo, frise-se.
Mas melhor criticar lendo do que sem ler. Então, bora ler e comentar, parágrafo-a-parágrafo, a matéria de capa da semanal da editora Abril. Eu até queria ler o artigo de Dilma Rousseff anunciado sobre o cabeçalho, mas é restrito a assinantes.
Leia mais
Quatro da tarde. Sábado. Bar da Graça. Cinco elementos jogam baralho.
- Ô, Valdir, para de tomar conhaque! Vai passar mal.
- Vou nada, rapaz. Aqui é só fortaleza.
Alguém surge com um prato de esfihas, não se sabe de onde. Oferecem, mas declino. A dona do bar aparece com mais uma garrafa de Dreher. Eles alternam com cerveja.
- Sabe que uma vez tomei um porre desse negócio? Quase morri.
- Foi numa pescaria, não foi?
- Não, eu tava no sítio do meu tio. Bebi três garrafas desse conhaque e fiquei passando mal. Não conseguia botar pra fora.
- E aí? Foi parar no hospital?
- Não, eu fui tentar subir no cavalo e caí. Ele me deu um coice na barriga e eu despejei toda a bebida pra fora.
Risadas gerais. Passa um cachorro e jogam um resto de esfiha pra ele. Peço a conta.
Como sempre se diz, o campeonato mineiro tem apenas dois times. Neste ano, Atlético e Ipatinga foram os que restaram para fazer a final. Isso depois de o Galo ganhar a primeira partida e empatar a segunda com o Democrata de Governador Valadares e o Cruzeiro ser eliminado com um empate (em Ipatinga) e uma derrota por 3 a 1 (Mineirão).
O clássico das semifinais entre Santos e São Paulo começou quente antes mesmo do início da partida. O Tricolor mudou o time, provavelmente por conta da segunda etapa do primeiro jogo no Morumbi, quando a equipe pressionou o Peixe mas não evitou a derrota. Além de Cicinho e Richarlyson nas laterais, Ricardo Gomes sacou Washington e pôs Fernandinho ao lado de Dagoberto no ataque, enquanto Cléber Santana começou como titular.
Dorival Júnior também mexeu para evitar que o São Paulo ganhasse o meio de campo. Colocou Pará na lateral-direita, deslocou Wesley para a meia e tirou André do time. A mudança não só fez com que Wesley jogasse em uma zona do campo onde se sente mais confortável como também sanou a marcação problemática no lado direito da defesa onde Pará, limitado tecnicamente mas eficientíssimo no posicionamento, barrou as investidas tricolores.
Mas nem por isso o Santos abdicou de atacar. As principais chances do primeiro tempo foram alvinegras, sendo uma delas fruto de um primoroso passe de Neymar para Robinho, aos 5 minutos, que desperdiçou por chutar ao invés de passar. Hernanes, principal destaque do adversário no jogo anterior, não conseguia sair da marcação de Arouca e a equipe do Morumbi não chegou a ameaçar o gol peixeiro.
Já no segundo tempo, como a toada seguia a mesma, Ricardo Gomes resolveu mudar e colocou Washington no lugar de Cléber Santana aos 10 minutos. Mas foi o Alvinegro que marcou aos 15, em uma incrível sequência de passes em que a equipe fez a bola rodar pelo campo todo e, pacientemente, achou a oportunidade de gol. Marquinhos viu Neymar livre e cruzou para o atacante que, empurrado por Alex Silva, concluiu quase no chão, com o ombro ou o braço, conforme a interpretação da imagem que nem em slow motion fica clara.
O São Paulo até tentou responder aos 19, quando Washington exigiu pela primeira vez Felipe, que se saiu bem. Contudo, com a partida quase na mão, o Santos mostrou o que já tinha evidenciado na primeira etapa: a equipe tem meninos que parecem moleques peladeiros quando pegam na bola, mas que também são adultos, maduros, apesar dos céticos e dos secadores torcerem para que não fossem. Conseguiram controlar o jogo e quem parecia imaturo era o time do Morumbi, errando jogadas de forma grotesca e fazendo faltas algo desnecessárias, algo violentas.
Foi assim que aos 26 Alex Silva de novo resolveu fazer falta em Neymar dentro da área, pênalti não marcado que renderia a expulsão do defensor. E onze minutos depois, em jogada bem mais duvidosa e cavada, pênalti de Miranda em Neymar. O garoto, que não treme, chamou a responsabilidade e, com nova parada na batida, deslocou Rogério Ceni. O arqueiro desta vez não teve moral para reclamar da cobrança.
Mesmo sem Neymar e Robinho, já no banco, o Peixe conseguiu ampliar com outro jogador que tem sido muito útil quando entra. Madson fintou pela esquerda e cruzou para Paulo Henrique Ganso fazer o dele. Um 3 a 0, a terceira vitória em três clássicos contra o São Paulo, 8 a 3 no total. Será que vão dizer de novo que o adversário era fraco?
Essa eu vi hoje no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim. Aproveitando o mote de que "o Brasil pode mais", do candidato tucano José Serra, e o conveniente aniversário de 45 anos da emissora (número do PSDB), a Globo perdeu totalmente o pudor e lançou uma inacreditável peça de "propaganda eleitoral". Reparem que eles dizem que querem "mais educação e saúde", o que não tem nada a ver com o aniversário ou com a programação televisiva:
Alguém tem dúvida sobre o chumbo grosso que virá sobre Dilma Rousseff?
Atualização às 17h50
Deu no terra: Globo decide suspender comercial acusado de ser pró-Serra
O vídeo original foi retirado, e a versão foi republicada por outros usuários do Youtube.
Caso saia do ar de novo, a transcrição do texto:
Nova idade com muito mais vontade de querer ainda mais qualidade. Emoção? Mais. Alegria a gente traz. E a diversão, vamos atrás. Mais informação, a gente é capaz. Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil, muito mais. É a sua escolha que nos satisfaz. É por você que a gente faz sempre mais.São sete vezes a palavra "mais" em 30 segundos, além de incluir "Brasil, muito mais". Isso dá um "mais" a cada quatro segundos.
Na sexta-feira, 16, chegou a salas de São Paulo e Rio de Janeiro o documentário Rita Cadillac, lady do povo. Em Belo Horizonte e outras praças, foi na semana anterior. O longa de Toni ventura foi produzido em 2007, teve uma versão preliminar exibida no SBT, e agora recebeu um novo corte para ir às telonas.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nesta quinta-feira, 15. Foi outro recorde de emprego gerado em março. Para abril, Carlos Lupi, titular da pasta, promete novo recorde.
| Período | Saldo de empregos | Média anual |
| 1995-2002 | 796.967 | 99.621 |
| 2003-2009 | 8.716.082 | 1.245.154 |
Uma campanha da seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) lançou a campanha Campanha Nacional pela Memória e pela Verdade, pela abertura dos arquivos do período de ditadura militar no Brasil. Além de um abaixo-assinado, há uma série de vídeos com atores interpretando desaparecidos políticos do período autoritário.
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Anteontem, participei (a trabalho) da abertura do 21º Congresso Brasileiro do Aço, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Presentes, os diretores de gigantes da siderurgia da China e Europa, além dos todo-poderosos nacionais, Vale, Gerdau, Usiminas, Mittal, Villares, entre outros. O clima geral era de satisfação pela maneira como o Brasil enfrentou a crise econômica e das perspectivas futuras pelos investimentos federais já comprometidos. Em seu discurso, o presidente Lula reforçou que eventos como a Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016, ambos no Brasil, vão garantir que a produção e o consumo de aço no país continuarão crescendo.
De fato, circulando pela exposição, recolhi exemplares de duas revistas que, por serem muito específicas, acabam não chegando até nós, leitores comuns: a Arquitetura & Aço (edição de janeiro) e a Metal & Metalurgia (período março/abril). Ao contrário da chamada "grande imprensa", que minimiza, distorce ou desqualifica as ações e investimentos do governo Lula, as duas publicações destacam os eventos inéditos que o Brasil vai abrigar e o desenvolvimento que isso trará ao país - a primeira revista com uma "Edição Especial Copa do Mundo 2014" e a segunda com a manchete "Gol de placa". "Demanda doméstica de aço para as obras da Copa pode atingir 700 mil toneladas", ressalta a Metalurgia & Materiais.
A reportagem da revista prossegue: "Atualmente, há cerca de R$ 2,5 bilhões autorizados para melhorias em aeroportos, segundo informação do Ministério do Esporte. Em relação aos portos, os investimentos são de R$ 677 milhões e para a mobilidade urbana, R$ 11,2 bilhões. (...) O BNDES, por sua vez, criou uma linha de financiamento com R$ 4,8 bilhões destinados aos estádios e R$ 1 bilhão para a hotelaria". Já a Arquitetura & Aço mostra que a capacidade instalada da indústria do aço no Brasil cresceu de 33,3 milhões de toneladas em 2002 para 41,4 milhões em 2008, ano em que a construção civil (setor altamente impulsionado pelo governo Lula) liderou o consumo final, com 33,4% do mercado, seguido pelo setor automotivo, com 25,5%.
Público-alvo - Ou seja: nossa indústria tem total condições de suprir as demandas desses dois megaeventos, sem sustos. As publicações estampam ainda que o governo federal prevê orçamento de R$ 48,8 bilhões para a Copa e a Olimpíada. O mais interessante, para mim, é observar que essas revistas têm como público-alvo pequenos e grandes empresários da cadeia produtiva do aço, o que comprova que a satisfação com o governo Lula não é só dos "pobres e nordestinos que vivem do Bolsa Família", como a "grande imprensa" tenta inventar. E me lembra um post do Glauco da época em que o Brasil foi definido como sede da Copa, criticando a ladainha de que sediar esse evento seria "ruim" para nós, principalmente porque "obriga o Estado a cumprir sua função, sendo que o dinheiro retorna em impostos e ganhos de outra ordem". É isso o que, felizmente, vemos agora.
E termino com as palavras do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, em entrevista para a revista Linha Direta, do diretório do PT de São Paulo: "O importante é o legado que [a Copa] vai deixar para o Brasil. Vamos ter que reformar e melhorar aeroportos, metrôs, vias de acesso. A Copa é um detalhe. O importante é todo o investimento que vai ser feito em apenas quatro anos no país que talvez demorasse mais de oito anos". Mas é claro que o PSDB, que prometeu entregar a primeira estação da Linha Amarela do metrô paulista em janeiro de 2008 (alguém lembra ou comenta isso?), vai falar que o Brasil vai se endividar com a Copa, que não vai cumprir metas e prazos, que vai ser um desastre e numseiquelá, numseiquelá, numseiquelá. Deixa eles. Estamos muito, muito bem!
O Palmeiras venceu o Atlético-PR por 1 a 0. Vitória simples. Sem charme, sem luxo, sem goleada. Nada além de um golzinho que fez o placar. Nenhuma jogada brilhante, mas tampouco nenhuma trapalhada gigante. Pelo menos taticamente falando.
No Palestra Itália, o time da casa saiu na frente nas oitavas de final. Não é a vantagem de que o Brasil precisa, mas um empate na partida de volta garante a vaga. Conseguir a igualdade no Paraná é que vai ser dureza.
O comportamento do zagueiro Danilo do Palmeiras, acusado de ter chamado de "macaco" o também zagueiro do rubro-negro Manoel, esquenta o clima para a partida de volta.
O Palmeiras veio a campo precisando ganhar. Ganhou. Precisava ainda garantir uma vantagem considerável. Nem carecia ser algo similar ao que o Santos fez ao Guarani. Nem precisava ser um quarto do que o alvinegro da baixada impôs ao alviverde campineiro. Só precisava de uma vitória com uma atuação mediana.
Isso o time de Antônio Carlos Zago entregou. Um a zero, com gol de Robert aos 14 do primeiro tempo, foi o mínimo dos mínimos.
Não teve apagão, desconcetração, papelão. Por isso ganhou. Pela falta de vontade dos visitantes de atacar, fica difícil saber se o comportamento representa uma evolução.
O Palmeiras mostrou raça. Mostrou disposição. Mas também deixou claro que sem vontade do meio para a frente, fica difícil sonhar ir mais longe na competição.
O episódio lamentável foi a troca de infâmias entre Danilo, ex-Atlético, e Manoel. O atacante paranaense deu uma cabeçada no zagueiro palmeirense, que devolveu uma nada nobra cusparada. Junto, teria chamado Manoel de "macaco".
Se usou o termo, que pague pelo inafiançável crime de racismo. Se manifestou racismo com um colega de profissão, carece punição. E parece-me positiva apenas a consequência desse tipo de episódio se envolver discutir o racismo no Brasil.
O mais triste é surgir o episódio sob o comando de um treinador que já teve uma experiência lamentável do mesmo jeitinho. O resultado é que um triste episódio como esse vai ter mais projeção do que as parcas melhorias que o elenco exibiu.