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Domingo será dia de mais um clássico decisivo entre Palmeiras e São Paulo, que ainda brigam pelo título do Campeonato Brasileiro. Será o quinto confronto entre os dois clubes neste ano. Até aqui, houve equilíbrio. O Alviverde venceu duas vezes nos Campeonato Paulista: uma goleada de 4 a 1, em Ribeirão Preto (SP), e um 2 a 0 no Palestra Itália (palco do jogo do próximo domingo), quando despachou o rival nas semifinais e abriu caminho para quebrar um tabu de 12 anos sem título estadual, contra a Ponte Preta. Já o Tricolor venceu a primeira partida semifinal do Paulistão por 2 a 1 (com um polêmico gol de mão do "turista" Adriano) e garantiu o mesmo placar na partida do primeiro turno deste Brasileirão.
O chamado Choque Rei é um dos confrontos mais equilibrados do futebol mundial. De 1936 para cá, Palmeiras e São Paulo se enfrentaram 276 vezes, com 92 vitórias do Alviverde (363 gols), 87 empates e 97 vitórias do Tricolor (372 gols). Em decisões, o duelo também é parelho: os palmeirenses levaram a melhor nos Paulistas de 1942, 1950 e 1972 e no Brasileiro de 1973. Os são-paulinos deram o troco nos estaduais de 1946, 1971 e 1992. Nos últimos anos, mais jogos decisivos acirraram a rivalidade. O São Paulo eliminou o rival em duas edições da Libertadores, de 2005 e 2006. Depois, como lembramos acima, o Palmeiras tirou o Tricolor do Paulistão deste ano. No momento, por estar dois pontos a frente e ter a vantagem de jogar em casa, o Alviverde surge como favorito, como alguns de seus próprios atletas admitem. Para o Tricolor, será a última chance de tentar alguma coisa nesta temporada. Por isso, a expectativa é de mais um grande jogo.



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O cabeça de chapa era Gilson, pai da agora futura prefeita. Ele conduziu toda a campanha mesmo sob a possibilidade de uma possível impugnação, já que as contas de sua administração na prefeitura (finalizada em 2004) estavam sob a mira do Tribunal de Contas. E, na sexta-feira anterior ao pleito, o golpe final: a Justiça havia determinado que Gilson não poderia mais ser candidato, então a coligação (que, além do PSB, envolvia mais oito partidos) deveria indicar outro nome. Milena foi a escolhida.
Toda essa introdução porque me foi apresentada, esses dias, uma capa que a revista Placar fez no ano de 1998. Com a manchete "As novas feras", a publicação elencava quatro jogadores que se destacavam no Brasileirão daquele ano. Os atletas foram chamados de "geração Luxemburgo" - numa referência ao então recém-empossado técnico da seleção brasileira - e, ao longo da revista, dizia-se que eram alguns dos fatores que faziam o Campeonato Brasileiro daquele ano ter um ótimo nível técnico, fundamental para que os torcedores esquecessem a até hoje traumática final da Copa da França.











